quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

SUGESTÕES DE CONFIGURAÇÃO DE SISTEMA DE SOM


A discussão e os gráficos a seguir demonstrarão algumas configurações do sistema para salões comuns. O tamanho e a forma da sua igreja e a aplicação para a qual ele será usado determinam, em grande parte, quantos alto-falantes você precisará e onde eles devem ser colocados. Em todas as situações, tenha em mente dois fatores importantes de design: o padrão de cobertura do seu alto-falante e a carga de meio espaço.

Cada alto-falante  oferece um padrão de cobertura horizontal de 90˚ x 60˚ vertical. Se você estiver usando alto-falantes caixas Point Source, tipo Line Array tem uma cobertura horizontal de 120° x 5 á 10° vertical, isso varia muito de fabricante para fabricante,  preste muita atenção a esses ângulos ao usar seus alto-falantes. Girar a caixa altera a cobertura horizontal e vertical. Se você estiver usando alto-falantes convencionais (point source), descubra qual é o seu padrão de cobertura e calcule de acordo.

Quando configurado para uso estéreo, certifique-se de que as caixas  não sejam colocados muito largos    ou muito afastados nos cantos.  Ajuste os alto-falantes esquerdo e direito, bem como o ângulo de convergência, para produzir a melhor imagem estéreo. Se uma igreja tier o salão  muito estreita, um cluster mono pode ser uma escolha melhor do que estéreo.

Sistema Estéreo:



Um sistema estéreo permite panorâmica e adiciona profundidade à imagem acústica. Isso é bom para reforço de fala e aprimora muito a música ao vivo. Localize os alto-falantes para oferecer a melhor cobertura horizontal. Certifique-se de que os ouvintes estejam bem cobertos pelo padrão.

Mono Cluster com Down Fill:




Os sistemas centrais ou mono podem fornecer uma solução simples e econômica para igrejas onde a inteligibilidade da fala é a prioridade, ao invés da música. Tal como acontece com um sistema estéreo, certifique-se de que o padrão de cobertura do alto-falante concentra a energia na congregação.

o Down Fill A palavra Fill do inglês, tem a tradução ao pé da letra preencher, ou seja, preencher abaixo do sistema principal. Caixas apontadas para baixo, para atingir os espectadores a 2 ou 3mts de distância. 

Este gráfico realmente mostra dois alto-falantes. O alto-falante superior é para jogar no fundo da sala, e o alto-falante inferior cobre o espaço na frente da sala, mais próximo do palco.

Sistemas LCR:



Um sistema LCR é um sistema estéreo com um alto-falante central adicionado. Esta configuração permite panorâmicas e adiciona profundidade à imagem acústica. Esse tipo de sistema fornecerá mais controle do que um sistema estéreo básico e é ideal em situações onde a música e a inteligibilidade da fala são igualmente importantes.





Deus Abençoe

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Igreja Presbiteriana de Cristo





A igreja localizada na cidade Edina, em Minnesota (EUA), trocou recentemente o seu sistema de som. O projeto da Reach Comunnications (Alcance Comunicações) inclui line array e caixas Nexo, e mesa Yamaha  CL5

Para sonorizar a igreja com capacidade para 1000 pessoas, foram usados o line array NEXO GEO S12, dispostos da seguinte forma: 

Quatro GEO S1210 e um S1230 no arranjo principal, à frente de um cluster de 3 subwoofers RS15. Além disso, cada lado é sonorizado por um arranjo de 3 GEO S12. Como front fill foram usados quatro NEXO GEO M620s junto com 10 PS8s.










Deus Abençoe

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Subwoofer "Suspenso" ou no "Chão"?



O uso de “subwoofers” suspensos junto com os PAs principais vem experimentando um aumento significativo. Há várias vantagens na utilização,  vamos comparar inicialmente os dois tipos de arranjos em uma sala simples, onde temos ouvintes distribuídos conforme a figura abaixo:


Como podemos ver no exemplo da figura 1, há ouvintes que estão posicionados a 2 metros do “sub”, enquanto outros ouvintes estão posicionados a 20 metros do “sub”.
Levando em consideração a lei do inverso do quadrado da distância, que diz que há uma perda de 6 dBs cada vez que dobramos a distância de uma fonte sonora, vamos ter uma diferença de pressão entre os ouvintes em tela de 20 dBs. (20log 20/2). É um número inaceitável quando pensamos em homogeneidade de cobertura!

Figura 1

Mesmo se levarmos em consideração que em uma sala fechada haverá um aumento na pressão sonora percebida pelos ouvintes que estão a 20 metros do sub por conta das reflexões que ocorrerão inevitavelmente, a diferença de pressão sonora entre os primeiros ouvintes e os últimos será muito grande.

Já quando penduramos os “subs” junto com o sistema principal, teremos a situação mostrada na figura 2.
Agora as distâncias são 8,8 metros para os primeiros ouvintes e 23,6 metros para os últimos. Isso nos dá uma diferença de pressão de cerca de 8,5 dB.
Ainda não é o ideal, mas é muito melhor do que os 20 dBs da situação anterior.
Se levarmos em consideração o “ganho da sala” devido às reflexões, podemos chegar próximo a valores aceitáveis, que são de cerca de 6 dBs.

Figura 2

Uma das grandes objeções que há sobre o uso de “subs” suspensos é a suposta perda de pressão, devido à falta de acoplamento do “sub” com o piso. Vamos verificar como esse acoplamento realmente funciona?
Para isso, usarei o software de predição da Meyer Sound,  o que facilitará muito o entendimento deste tópico.

 
Figura 3


Na figura 3, temos a simulação de um subwoofer suspenso em campo livre, ou seja, não há nenhum obstáculo onde possa haver qualquer tipo de reflexão.
O microfone está posicionado no eixo da caixa, a uma distância de 30 metros. Como podemos ver, temos uma pressão sonora média de 90,7 dB(Z) SPL e de 103,5 dB(Z) Peak.
Ou seja, isso seria a pressão sonora deste sub se suspenso em uma condição que não houvesse nenhum tipo de reflexão, nem mesmo do piso, a 30 metros, no eixo.


Agora posicionada no chão:

Figura 4


 Agora teve um ganho de cerca de 6 dBs, devido ao acoplamento com o piso. O microfone foi colocado na altura do ouvido de uma pessoa de pé, cerca de 1,70m. Os níveis são: 96,9 dB(Z) SPL e 109,4 dB(Z) Peak.
Se parássemos por aqui, teríamos a nítida impressão de que perderíamos 6 dBs de pressão sonora por conta da falta de acoplamento com o piso no caso dos “subs” suspensos.
Porém, na figura 3 não há simulação do piso! Então vamos simular um Sub a 4 metros do piso.
Veja a figura 5: de forma muito interessante, podemos perceber que há reflexão no piso, mesmo com os sub suspenso a 4 metros, não nos parece óbvio agora que esta reflexão ocorreria? 
E qual o resultado desta reflexão na pressão sonora percebida pelos ouvintes?
Com o microfone na mesma posição da figura 4, encontramos uma média de  96,4 dB(Z) SPL e 108,9 dB(Z) Peak. Isso significa uma perda de 0,5 dB quando comparado com o sub no piso!
 
Agora para exemplificar, vamos dar uma olhada em um conjunto grande de “subs”, montado em arranjo “gradient” suspenso, na figura 5.

Percebam a inigualável homogeneidade que este arranjo proporciona,   cada mudança de cor há uma diferença de 3 dBs na pressão sonora; isso nos mostra que temos praticamente a mesma pressão sonora de 12 a 45 metros, e uma perda de apenas 3 dBs de 45 a 60 metros.



Conclusão do autor:

Fácil: enquanto o público estiver no piso, podemos usar “subs” aéreos sem medo!!
A não ser que o objetivo do arranjo seja excesso de pressão sonora nas proximidades dos “subs” e pouca pressão nos últimos ouvintes…

  Subgraves suspenso  pois a uma duvida por causa se há uma perda de graves,  que tecnicamente não há perda, e sim não a ganho pelo fato de não haver acoplamento, então subgraves suspenso é uma boa.
 

 
 
 


Deus Abençoe

Igreja da Comunidade da Fé Waupaca



Essa Igreja que se localiza no condado de Waupaca no estado de   Wisconsin no norte dos Estados Unidos, buscou uma consultoria técnica para a igreja ter uma melhoria na qualidade de som e acústica. No final, todos ficaram felizes com o resultado e o custo das melhorias foi muito menor, conforme previsto pelo o autor e  consultor Joseph De Buglio, com suas ideias, habilidades de design e experiência para guiar uma igreja nas decisões difíceis que às vezes pareciam boas para seja verdadeiro.

 Esta nova igreja acomoda 290 pessoas mais  podem embalar 330 pessoas.  Ele criou uma saída extra para evacuação de incêndio.  A nova mesa de som  não estava concluída na época. 



Esta é uma foto da frente da igreja um dia antes de sua inauguração. Tudo nesta foto foi projetado por JdB Sound Acoustics e projetado por Keller Structures, que também foram os construtores desta igreja. Isso inclui:
  • a forma da sala,
  • o sistema de iluminação,
  • a nuvem,
  • o sistema de som,
  • a plataforma,
  • os difusores de parede
  • a configuração da tela do projeto de vídeo
  • as velas da parede
  • a altura do telhado
  • o tapete
  • as cadeiras
Esses são todos os itens nos quais seu consultor de acústica / áudio deve se envolver.




Na foto acima, você tem uma foto panorâmica da mesa do mixer, de onde você pode ver toda a sala. Na parede posterior, acima das portas traseiras ainda a serem instaladas, estão difusores externos. Eles são ajustados para 245 hertz. Os difusores na frente da plataforma são ajustados para 680 hertz.




Para os interessados ​​no sistema de som (Cluster), é um sistema de 3 vias. Todos os alto-falantes estão agrupados e também há capacidade suficiente para adicionar mais 2 subwoofers se a igreja quiser. 
O sistema é limitado a 105dB. Durante o teste, o sistema tocou tão alto quanto 112dB.  

O sistema de som é alimentado com amplificadores da série Crest V. O cluster tem mais de 3.000 watts de potência. O maior consumo real de energia nunca ultrapassou 1700 watts durante o teste.
 Na foto acima, vemos os alto-falantes escolhidos. À medida que a sala se cura com o tempo, o equilíbrio dos níveis e até mesmo os pontos xover podem mudar  ligeiramente.




A foto acima mostra o primeiro uso do sistema. Observe o quão longe os cantores estão dos microfones. Estes são membros da igreja cantando e algumas pessoas acharam que as senhoras cantavam muito alto. Outros disseram que nunca ouviram um coro de 6 pessoas soar tão bem. O piano acústico não foi amplificado.


 Contratando um profissional qualificado, nem sempre é o mesmo que faz a operação do sistema da igreja, busque alguém que tenha conhecimentos na área isso irá facilitar e melhorar muito o ambiente de adoração. 

 

Fonte: JB acoustic 






Deus Abençoe

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Como Testar Sistema de Som sem Conhece-lo



Com enorme números de fabricantes de   sistema de som seja nacionais ou importados, fica difícil conhecer todos, mesmo já conhecendo marcas respeitadas e conhecida no mercado são inúmeros equipamentos produzidos.
 Bom mas nem sempre consegue-se comprar aquela tal equipamento que você ja conhece e sabe que vai lhe entregar aquilo esperado, ai você precisa optar por outras marcas que você não conhece ou por indicação.
 Você então faz um projeto de um sistema que você irá precisar na igreja, ou banda. Então você vai até uma loja de equipamentos de som e fala com o vendedor que precisa de tal equipamento mas não conhece e precisa antes fazer um teste para saber como ela se comporta. O vendedor então por sua vez, liga o equipamento sempre em um console (mesa de som) bom, busca uma música bem equilibradas nas frequências medias e agudas, com leve acentuação nas graves, aumenta um volume alto e coloca para tocar, de cara você fica contente e vê que aquele equipamento com um preço bem abaixo do que já conhecia satisfaz no seu projeto, compra o equipo liga, conecta microfones e instrumentos e vê algo estranho, que no teste não era bem assim.
Bom tirando alguns fatores como acústica que isso também determinara na qualidade do seu sistema, o jeito que foi feito o teste foi errado, pois você fez um teste que de fato não era assim que iria utiliza-lo.
Procedimento normal que toda loja de som faz! mas... cada caso, um caso, se vai comprar um sistema de som  que você ira utiliza-lo guitarra e baixo por exemplo, por que fazer um teste com uma músicas produzida?
São músicas produzidas em estúdios usando talvez equipamentos excelentes usando equipamentos super top, que colocando até em som automotivo de fabrica soa bem, o teste tem que ser feito com aquilo que de fato você ira usar, exemplo:

1- Apenas Voz e Violão/e ou teclado  
2- Apenas Voz, Violão, teclado e guitarra
3- Voz, violão, teclado, guitarra, baixo, bateria e percussão

Passando pelo primeiro exemplo vejamos como pode ser feita, violão e principalmente "teclado" costumam soar muito bem com esses tipos de sistema, pois trabalham no range de frequência do grave ao agudo, sem quase atenuação ou acentuação. Ligando violão folk ou jumbo deixando tudo "flat" quem não fez?rs
 Guitarra e Baixo ja são um pouco mais  complicado, nem sempre eles vão soar bem, a muitos que utilizam   simuladores de ampli, pedal, ou até mesmo software simulando ampli renomados no mercado entregando assim um som mais fiel, ampli de guitarra e baixo são projetados especificamente para eles, experimente usar guitarra no ampli de baixo, ou baixo no ampli de guitarra, som horrível!!!
Então o que deve ser feito, simples, teste o sistema de som com guitarra e baixo, todos no modo "clean" veja como se comporta, de fato o sistema terá que te entregar um bom sinal, só para depois fazer alguns correções na mesa de som, é ai que entra o fator "Qualidade" equipamentos de ótima qualidade iram te entregar ótimo som, Teste o sistema de acordo do que você ira usar, músicas produzidas são bem vindas a menos que você seja um DJ.

Esse é um conceito que tenho, diga ai nos comentários o que você para testar sistema de som desconhecido.
   

 
Deus Abençoe

sábado, 16 de janeiro de 2021

SUPORTE DE AMPLIFICADOR POR QUE É BOM USAR?





 Por que   precisa de um suporte de amplificador? Para começar, o músico não ouve através das pernas. Um suporte de amplificador direciona o som para seus ouvidos, para que você possa ouvir o que está tocando nitidamente.  Ele também tira o amplificador do chão, o que ajuda a reduzir o volume do palco e torna a vida um pouco mais fácil para o Técnico de Som.  

O objetivo principal de um suporte de amplificador é direcionar o som para onde você deseja, o que irá variar dependendo da situação em que você estiver tocando.

Digamos que você esteja fazendo um show com um sistema de PA limitado.  Nesse caso, seu amplificador não deve apenas projetar seu som para o público, mas também levá-lo aos seus ouvidos para que você possa ouvir o que está fazendo.
 
Um suporte de amplificador também ajuda a garantir que o som que você ouve está mais próximo do que realmente soa para o público. Sem ele, você pode acabar ajustando suas configurações (volume) até que a música soe bem para você com o amplificador apontado para seus tornozelos ou panturrilhas   mas o público fica explodido de som!!!

 Alguns músicos deixam seus amplificadores   no chão porque gostam da forma como os graves soam. Ganhando mais 4, 6, 8db ou mais,  mas é importante reconhecer que o estrondo extra   a resposta de baixas frequências de um amplificador, Você não está perdendo baixa frequência ao colocar o amplificador em um suporte   você apenas não está adicionando. Se você estiver tocando em um sistema de PA (microfonando), essa frequências é apenas para seu benefício. O público não conseguirá ouvir.  

Alguns fabricantes fazem cunhas ou suportes de amplificador muito baixos que não elevam muito o amplificador  seu único propósito é inclinar o amplificador para trás. 
Uma opção semelhante é adicionar pernas inclinadas para trás ao seu amplificador. (Isso geralmente requer aparafusar seu amplificador, mas alguns designs basicamente usam um velcro muito forte em vez disso.) Alguns amplificadores, especialmente os Fenders mais antigos, são projetados com pernas inclinadas para trás integradas que você pode escolher usar ou não.

Você pode tentar esses métodos apenas de inclinação para ver se eles fornecem benefícios suficientes para sua situação. 
Por exemplo, se você tiver espaço suficiente no palco para ficar 3 metros na frente do seu amplificador, apenas incliná-lo para trás pode funcionar bem. Mas se você tiver que ficar mais perto do que isso, provavelmente é melhor elevar o amplificador também para garantir que o som apropriado alcance seus ouvidos. dependendo do tamanho do músico uma caixa de madeira, ou em cima de outro cubo, algo resistente, para ter uma maior suspensão.

Os cubos de baixo normalmente são maiores e mais pesados em comparação os de guitarra, talvez usando apenas uma inclinação ja alcance os seus ouvidos.  Além disso, os comprimentos de frequências graves são menos direcionais do que as frequências mais agudas, especialmente na extremidade inferior. Isso torna menos importante apontar o amplificador em uma direção específica.




 

Talvez, talvez, o seu músico não esteja ouvindo de verdade... 




 

Deus Abençoe

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

CLASSIFICAÇÃO DOS ALTO-FALANTES

Os alto-falantes podem ser classificados de acordo com suas características construtivas e faixas de frequência sonora que podem reproduzir.
Esta faixa de frequência é estabelecida de acordo com as propriedades de cada alto-falante.


  • Subwoofers: reproduz sons subgraves, numa faixa de frequência entre 20Hz e 100Hz, Indicados para instrumentos como Baixo elétrico,  Surdo e Bumbo de Bateria, por exemplo.

 
Subwoofer
  
  • Woofers: projetado para médias e baixas frequências, em torno de 50Hz a 3500Hz.  E o alto-falante mais encontrado em todo aspecto de de sonorização seja ao vivo ou gravação. são os maiores alto-falantes junto com o Subwoofer.


Woofers



  • Tweeter: responsável pela reprodução de sons agudos, isto é, altas frequência 5Khz a 20Khz, sua construção é praticamente idêntica á dos drivers, o que muda é apenas área de atuação em frequência.

Tweeter


  • Mid-Range (Drivers ou Cornetas): reproduzem frequências médias agudas que variam de 500Hz a 5Khz. Possuem maior fidelidade a faixa de frequência da voz humana, por isso são mais utilizados nos falantes de voz. Drivers de Titânio são drivers com diafragma fabricado em titânio que consegue falar nas frequências médias e agudas que já sendo adotado no mundo todo.

Mid-range
    
Driver de Titânio 
                                                                                                                                                            

  • Um alto-falante de faixa completa, como o nome sugere, é projetado para cobrir todo o espectro de áudio de baixas a altas frequências.Normalmente entre 100Hz e 10Khz, como você aprendeu acima, os drivers de baixa, média e alta frequência apresentam designs diferentes para serem capazes de reproduzir o som em suas respectivas bandas de forma eficiente. Sendo assim que esses alto-falantes não reproduzem eficacia assim com muitos médios e pouco graves e agudos. 

    Full-range

      



     




    Deus Abençoe

    terça-feira, 10 de novembro de 2020

    CONCEITO - ESTRUTURA DE GANHO

    Estrutura de Ganho:

    A estruturação de ganho (ou estágio de ganho) é o processo de definir o ganho para cada estágio de amplificação em uma cadeia de sinal de áudio.

    O objetivo principal disso é obter um nível de sinal geral ideal sem cortes ou introdução de ruído ou distorção.

    Em certo sentido, a estruturação de ganho envolve obter a melhor relação sinal-ruído possível de todos os seus equipamentos.

     Nota: A relação sinal-ruído significa simplesmente quanto do sinal está passando com o ruído. Todos os equipamentos de áudio, como cabos de instrumentos ou cabos de microfone , ou equipamentos de áudio, como microfones ou interfaces de áudio , vão imprimir um resíduo de ruído no topo do sinal (neste caso, o sinal de áudio) que ele transmite.

    É seguro dizer, então, que você deseja que sua relação sinal-ruído seja a mais alta possível.


    Em sua forma mais básica, o estágio de ganho adequado pode ser alcançado simplesmente definindo os níveis de cada estágio de forma que nenhum corte ocorra.

    No entanto, conseguir isso nem sempre é uma tarefa fácil. Para definir os níveis de maneira ideal, você deve estar familiarizado com as capacidades e limitações de cada peça do equipamento na cadeia, bem como os princípios do estágio de ganho adequado.


    Noção Básica de Estrutura de Ganho:

    Faixa dinâmica, SNR (relação sinal-ruído) e espaço livre
    Uma das coisas mais importantes a se estar ciente em relação à estruturação de ganho é que o som abrange uma ampla faixa dinâmica.
    Os sons variam de sussurrante baixo a dolorosamente alto, e até mesmo uma única fonte de som pode ter uma ampla gama de variação dinâmica (isso de quão alto ou quão suave e piano de cauda pode ser tocado).


    Estrutura de Ganho na Mixagem:

    Como você deve saber, o objetivo principal da mixagem é combinar diferentes elementos para chegar a um todo coeso e audivelmente agradável. Portanto, isso geralmente envolve definir níveis para que um ou dois elementos dominem a mistura. mais sobre no link abaixo:


    Para obter uma estruturação de ganho ideal, você deve, portanto, garantir que o corte não ocorra nos canais individuais e que o nível geral de mixagem também não corte o palco principal.



    Conheça os princípios fundamentais, conheça seu equipamento e pratique constantemente, e os segredos da estruturação de ganhos também serão revelados para você.


    Fonte: musicproductionnerds
     





    Deus Abençoe

    terça-feira, 27 de outubro de 2020

    QUAL MICROFONE COMPRAR PARA VOZ?

    Primeiro é importante que, ao sair para a compra de um microfone novo, você tenha já pré definido qual comprar, não entre loja sem uma pré definição, vendedores podem deixar mais confusos na sua compra, assim você faz uma compra mais segura,  lembre-se vendedores estão ali para vender.  
    O que você deve pensar primeiro, você tem necessidade de um microfone sem fio? os microfones com fio normalmente tem um custo menor e o microfone ja esta cabeado em seu sistema, claro usando sempre cabos bons. Quando você trabalha com o microfone sem fio temos que pensar que existe uma transmissão desse som do teu microfone para a base do sistema, e esse microfone não tiver um requisito minimo de qualidade, você terá uma perda na sua qualidade de som, você tem que escolher o que é melhor para você e não por ser microfone sem fio.
    Um ponto importante é a captação, não importa se você tem boa mesa, boas caixas se o microfone não te entregar uma boa qualidade sonora, escolhe um microfone que não distorça na entrada na capsula dele, isso e fundamental para você não ter problemas em toda sua cadeia de som.   
     como foi dito existe microfones com fio e sem fio então é importante saber um pouco das sua características   
     seus pontos "Positivos e Negativos"  

    Microfone sistema c/ fio

    Positivos:
    São normalmente equivalente o valor mais barato 
    Difíceis de dar problema
    Não necessitam de pilha ou bateria (tipos dinâmicos)

    Negativos:
    Limita-se a liberdade de movimento
    Deixa o palco visualmente aspecto de bagunçado 
    Podem soar melhor

    Microfone sistema s/ fio 

    Positivo:
    Liberdade no movimento
    Deixa o palco visualmente com aspecto de arrumado


    Negativos:
    São mais caros comparados a equivalente
    Necessitam de bateria ou pilhas
    Podem dar prolema de RF (Radio frequência)


    Dica Prática:

    Compre um microfone que cabe no orçamento, mas atenção dobrada para microfones s/ fio pois além da sua qualidade de captação e acabamento, ele é transmitido por sistema wirelees (sem fio) e isso ira exigir muito da sua qualidade para não dar prolemas de transmissão, cuidado com esses microfones a preço de banana.
    Se ainda não tiver condições de um sistema sem fio bom, compre com fio mesmo, a bons microfones no mercado com preços bons.

      

     


    Deus Abençoe

    quarta-feira, 7 de outubro de 2020

    TIPOS DE EQUALIZADORES - FILTROS


    Um conjunto de filtros são usados ​​para remover certas frequências do caminho do sinal de áudio, atenuando ou acentuando.
     

    Tipos de Filtros:

    1.  HPF  e LPF  ( são os conhecidos passa alta e passa baixa, que também podem ser chamado de low cut e high filter, qualquer coisa abaixo do filtro cortado é removido do caminho do sinal).  
    2. Shelving ( ele atua em todas as frequências acima ou abaixo no ponto em que determinar).
    3. Peaking ou Bandpass ( atuam em uma determinada frequência, mas alteram na quantidade nas frequências ao lado).

    HPF  (high pass filter- Low Cut)

    esse filtro e bastante utilizado quando não se trabalha com frequências graves, por ex: voz, evita o "puff" causado pelas letras "P" e "B" já mais utilizar em bumbo, surdo, baixo as vezes até em piano elétrico


    LPF ( low pass filter)

     esse filtro já não é tão utilizado, mas pode ser um adianto se tratando de realimentação quando sabe usar, já mais utilizar em pratos,  chimbal, etc...


      Shelving

    quando deseja dar aquele up nas extremidades, cuidado com os exageros.


    Peaking ou Bandpass

      está um exemplo de um filtro peaking com largura de banda estreita e ampla. 

    filtro peaking  com largura de banda mais larga


    EQ não é uma ciência, é uma arte. Muito da mistura é considerado ciência, quando na verdade não é. Os engenheiros,  técnicos, operadores de áudio seja lá como você entende, quando chegam em uma culto, reunião de igreja ou show,  são tanto artistas quanto músicos e cantores no palco. Quando você se senta na cabine de som enfrente a mesa,você é um artista, não um cientista. Não existe uma fórmula mágica para equalizar um bumbo. Seus ouvidos decidem como você equaliza. Se soa bem, é bom. Certifique-se de ouvir seus instrumentos antes de aplicar qualquer EQ. Às vezes, o melhor EQ é, na verdade, nenhum EQ.








    Deus Abençoe

    terça-feira, 6 de outubro de 2020

    TIPOS DE EQUALIZADORES E SUAS APLICAÇÕES



    Os equalizadores de áudio são recursos importantes, encontrados em sistemas de som profissional, podendo vir na forma de equipamentos completos, separados ou incorporados a amplificadores e outros equipamentos de som.

    Eles são um conjunto de filtros sintonizados, agrupados de forma a cobrir toda a faixa de frequência de áudio, cada um com a capacidade de operar amplificando ou atenuando o sinal de entrada.

    Tecnicamente, os equalizadores são usados para fazerem correção no sistema de áudio, acentuando as faltas de frequência ou atenuando as sobras. Eles são utilizados para alinhamento de sistema, (P.A e Monitores) auxiliado por um software.

    Os equalizadores podem ser divididos em dois grupos básicos: os Paramétricos e os Gráficos. 


    Equalizador Paramétrico

    Permite selecionar frequências sobre quais deseja atuar a largura do filtro e o volume das mesmas. Normalmente, um equalizador paramétrico tem menos filtros que um gráfico, justamente pela possibilidades  de podermos posiciona-las em frequências variáveis. Utilizamos este tipo de equalizador quando é necessário reforçar ou atenuar pouco ou muito bem definidas. 


    Equalizador Paramétrico 5 Bandas


    Parâmetros de um Equalizador Paramétrico 

    FREQ: Este seletor de frequência atua entre frequências de corte, um inferior e outro superior, que delimitam sua faixa de atuação; a frequência central é a que está no meio da faixa que o filtro manuseia. O paramétrico permite, por meio da função frequência central, que o usuário escolha exatamente a frequência sobre a qual o equalizador deve atuar. A faixa de frequência de corte dos filtros se sobrepõe em parte, atingindo assim toda gama de frequência audíveis.

    GAIN: O seletor de ganho permite atuar sobre a amplitude do sinal senoidal. Essa função permite atenuar ou reforçar o sinal que está sendo trabalhado em um determinado filtro. O nível de atenuação ou reforço é especificado em Db.

    Q (Bell) ou BANDWIDTH: Esse recurso é uma variante (fator de qualidade), que se refere á largura da curva de sino. Quanto maior o Q, mais estreita a largura de banda. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno de frequência central é afetada, enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de frequência. A bandwidth é especificada em oitavas que podem variar de 0,03 a 2.



    Equalizador Gráfico (GEQ.)

     Caracteriza-se por ter seu filtro sintonizado em frequência fixas de operação, estando disponível ao usuário o ajuste do ganho/atenuação em cada frequência. Geralmente possuem 31 bandas de frequência e sua largura (Q) é de 1/3 oitava.

    Esse equalizador se aplica no alinhamento do sistema de som P.A e nos monitores reduzindo o efeito de realimentação, responsável pela microfonia.

    Equalizadores Semi-Paramétrico

    Esses equalizadores normalmente se encontra nas mesas de som mais simples, e são mais fáceis de encontrar nas frequências medias. Ele não tem o botão do ajuste do "Q" ele apenas tem os botões de ganho e frequência.






    Deus Abençoe

    domingo, 26 de julho de 2020

    Acústica em Home Studio

    Com a crise da pandemia que esta acontecendo, profissionais e amadores da música se estabeleceram a fazer seus trabalhos em casa ou seja em home estúdio, até mesmo profissionais que não tinham começaram a criar os seus.
    Em conceito técnico e acústico por se tratar de um home estúdio, uma trabalho mais eficaz para uma mix ser feita por fones, onde você consegue ouvir o som gravado diretamente aos seus ouvidos, Mas ainda há profissionais que preferem os monitores de referencia e buscam na internet ou redes sociais o que ele pode estar fazendo com salas que não tem acústica boa, ou uma gravação de voz ou instrumento acústico.
    Lembrando a todos que tratamento acústico e totalmente diferente de isolamento acústico, como os nomes dizem "tratamento" você ira tratar aquela sala equilibrando as frequências deixando mais linear e diminuindo as reflexões causando reverberações, cancelamento e acoplamento de fase que só prejudica o som e a mix do seu trabalho. O " Isolamento" ele vai impedir que o som de dentro da sala passe para outras sala ou o som de fora entre.
    Estou disponibilizando alguns materiais que irão auxiliar-los no condicionamento acústico, vocês mesmo fazendo seus próprios projetos.



      
    Nesse link escrevi um artigo explicando mais sobre acústica e reverberação e explicando como usar o simulador de acústica.  RT60 - Reverberação


    seguem la a pagina no instagram:
    @audioecia_igrejas
    Dê essa força, sigo todos de volta.








    Deus Abençoe

    sexta-feira, 17 de julho de 2020

    Capacitância dos Cabos


     A capacitância ou capacidade elétrica é a grandeza escalar que mede a capacidade de armazenamento de energia em equipamentos e dispositivos elétricos.

    Através da capacitância podemos melhorar a qualidade do timbre de instrumento, microfones e qualquer tipo de equipamento.

    Algumas guitarras são mais agudas ex: stratocaster outras são mais graves, Ex: Les Paul, usando os cabos certos beneficia o rendimento e auxilia os equipamentos nos seus timbre.




    Na tabela observa que 39,00 pf/ft é a quantidade média, abaixo desse valor beneficia frequências altas (agudos) e acima beneficia frequências baixas (graves).

    Fonte: Tecniforte Cables





    Deus Abençoe

    sábado, 28 de março de 2020

    4 DICAS DE COMO MELHORAR O SOM DA SUA BANDA AO VIVO

     Olá,  Mostrar 4 passos de como melhorar o som da sua Banda em apresentação ao vivo,  independente do estilo de música ou quantidades de músicos.

    1- Você tirar o melhor som do seu instrumento, chegar cedo, equalizar seu amplificador, ajustar bem os pedais, tirar aquele timbre, no caso da bateria, afinar as peças da bateria tirar o melhor som das peças da bateria, é importante para que o músico mande um som bom para o técnico poder amplificar na mesa de som, o som vindo bom o técnico consegue melhorar ainda mais, o som vindo ruim não ha muita coisa a se fazer e  continuara  ruim, dá para melhorar um pouco mas não consegue salvar o som.

    2- Saber usar os microfones, a escolha dos microfones e o posicionamento dele e essencial para isso, poder captar bem, ideal seria pedir para o técnico de som escolher os microfones para você por que ele vai saber posicionar e qual mais indicado para a função. importante que o vocalista não segure a capsula do microfone, assim evitando a realimentação (microfonia).

    3- Monitores, ideal que não esteja em um volume alto, colocar a quantidade de volume essencial que você precisa para pode cantar e tocar. Exemplo se tiver muitos monitores, podem atrapalhar, ou atrapalhar os outros, o microfone pode captar coisa que não deveria e ter microfonia com isso, e cuidado com a audição, muito tempo exposto ao ruído pode haver problemas na audição.

    4 - Importante ter um técnico de som da banda, que acompanha a banda, conhece as suas músicas, o sem som, precisar fazer efeito ele saberá em qual ocasião fazer, algum problema eventual irá saber lidar e resolver o problema rapidamente.


    Seguindo  essas dicas, você terá certeza que o seu som irá melhora e o desempenho da banda também.






    Deus Abençoe

    domingo, 22 de março de 2020

    Big Mick - Engenheiro de Som da banda Metallica


    "Big" Mick Hughes ou apenas Big Mick é o engenheiro de audio da banda metalica desde 1984, estudou eletrônica em uma faculdade técnica, ganhou experiência na próspera cena musical de Midlands, incluindo trabalhar como roadie para Judas Priest.
     No início dos anos 80, trabalhando para a empresa de PA Techserve, ele projetou para bandas como UB40 , Dennis Brown , Yellowman e Jungle Man antes de se tornar o engenheiro de som do The Armory Show , que apresentava o ex- vocalista do The Skids Richard Jobson e exSiouxsie e o guitarrista do Banshees , John McGeoch .
    A empresa de administração do Armory Show, QPrime, então pediu a Mick que criasse uma banda que eles haviam acabado de assinar chamada "Metallica"  levando Mick a perguntar "O que é heavy metal?", Quando contou o gênero de música que tocavam   iniciando um relacionamento que durou mais de um ano. (30 anos para ser exato).

    Big Mick mixou o Metallica em todos os mais de 1500 shows que realizou desde sua turnê pela Europa em novembro de 1984 , com uma exceção: Na turnê Poor Re-Touring Me , Big Mick foi hospitalizado com palpitações no coração. Michael J "Geese" Graphix, engenheiro de sistemas de áudio da Electrotec e engenheiro de mixagem para artistas como Guns N 'Roses e Nine Inch Nails, participou e misturou  em dois shows: 24 de julho de 1998 em Antioch, Tennessee e 25 de julho de 1998 em Noblesville , Indiana . Big Mick se recuperou e continuou seu reinado no comando do Metallica.

    A técnica de mixagem ao vivo com a qual ele é frequentemente creditado está adicionando um "clique" médio alto ao bumbo, que evoluiu cedo com o Metallica como um meio de tirar a bateria de Lars Ulrich do som pesado inferior.  Uma cruzada mais recente é incentivar os engenheiros a iniciar as checagens de som com microfones ambientais (como microfones vocais) trabalhando com instrumentos de microfone fechado ou fechado, como bateria. Isso está em oposição direta à verificação de som usual, que começa com o bumbo e termina com os vocais, mas na verdade faz muito sentido, já que o som final de qualquer instrumento será a combinação dos microfones ambiente e próximo que podem ser usados.  

    O Engenheiro P.A do Metallica, “Big” Mick Hughes e o Engenheiro de Monitor Paul Owen,   na Death Magnetic World Tour da banda

    Já trabalhou com outras bandas; (Halford , Ozzy Osbourne , Def Leppard , Queens  of The Stone Age e Steve Vai)
    Depois do Metallica, a banda com a qual ele está mais fortemente associada é o Slipknot , com quem ele trabalhou entre as turnês do Metallica desde 2001. Ele até fez som para um tributo ao Slipknot, Slip-not. 



    O lendário engenheiro "front-of-house" (FoH) do Metallica "grande" Mick Hughes com o Midas XL-8

    Em 2007, ele foi convidado a mixar o som  para o show do Led Zeppelin na O2 Arena de Londres, em conjunto com o misturador vocal pessoal de Robert Plant , Roy Williams. 
    Eles usaram as instalações do console de mixagem digital Midas XL8 para permitir isso em uma única mesa.  Ele conscientemente não usou o som clichê do bumbo do Metallica, preferindo atualizar o som ambiente e reverberante da bateria de Jason Bonham , usando uma mistura de microfones de bateria próximos e ambientais em seu kit,  entrando em fase usando um Atraso de 3 ou 4ms,  e terminou com uma pequena quantidade de reverb digital.

    fonte: Wikpedia












    Deus Abençoe

    Mais Visitadas