sábado, 31 de agosto de 2019

Pré-Ampli e Equalizador saiba a Diferença

São duas coisas com características totalmente distintas, e com objetivo diferente na música, mas um completa o outro.
O Pré-Ampli ele nada mais é que um amplificador para aumentar o volume de sinal. Ele ajuda a timbrar o equipamento que esta sendo ligado nele Ex: Instrumentos Musicais.
O Equalizador caracteriza-se por ter filtro sintonizados em frequências de operação, falando de EQ gráfico. O principal objetivo de um EQ é justamente alinhar um sistema de som ou ajustar algumas perdas de frequência de algum instrumento que o ampli não proporcionam. Neste artigo irei abordar pedais préamp e equalizador.

As vezes tem se uma confusão de qual é a realmente função, e as vezes são confundidos as suas aplicações, o músico precisa elevar seu sinal pois utiliza um instrumento "Passivo" ele opta por um pedal EQ pois tem botão de volume, o botão de volume ele ira aumentar o Volume SPL do instrumento, mas o que ele precisa realmente é que aumente o volume de entrada um "Gain" isso o pedal préampli proporciona pois ele é um amplificador, um amplificador no pedal, junto com os controloes de Agudo, Médio e Grave, dá a textura, e o timbre no instrumento, e aumenta o sinal do instrumento, um EQ estaria mais para completar alguma frequência que o ampli não esteja proporcionando bem, ou que tenha alguma irregularidade no som que não lhe agrade. E um ótimo pedal  para boost na parte do solo.

Para entender melhor a função "Gain" ele é um seletor que aumenta a amplitude do sinal senoidal. Essa função permite atenuar ou reforça o sinal que esta sendo trabalhado.
Obs: equipamento com alto nivel de "gain" pode acabar distorcendo,  prejudicando o som do equipamento e uma possível queima!

A equipamentos com préamp, como Mesa de som Direct Box ativo, instrumento ativo, é importante que ao usar um equipamento ativo ex: um baixo ele tem um préamp dele, ele sera ligado numa mesa de som ou cubo que tem um pré, junto também sera ligado um pedal de pré,  ai temos três preamp isso sem contar com as caixas de som (ativas) caso ligue na mesa som.
O sinal ira ser aumentado 3x vezes mais, ao invés de você conseguir um som limpo e bem timbrado, irá acabar tendo uma alta amplitude das frequências, transformando um verdadeiro "bolo" de frequências  no seu som. Menos é mais! Indicado usar préamp num baixo passivo, que a característica é apenas para elevar um pouco o sinal do instrumento e nada mais.










Obrigado pela visita, duvidas, esclarecimentos? pergunte estarei disposto a compartilhar com você meu conhecimentos técnicos e abranger mais ainda esse mundo do áudio. Deus Abençoe

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Qualidades para um bom Técnico de Som



Para ser um bom técnico em áudio, evidente que é necessário ter domínio sobre os equipamentos utilizados e sobre a teoria de áudio. Quanto mais o operador souber disso, melhor ele será. Entretanto, o técnico de som de uma igreja também recebe um chamado do Senhor para esse trabalho. E o trabalho do técnico de áudio é exatamente montar a base da igreja, onde se apoiará todo o louvor e a pregação da Palavra.

Há algumas qualidades inerentes à pessoa do operador que também são necessárias para que tudo funcione bem.

como: responsabilidade, dedicação, compromisso, comprometimento, pontualidade, zelo, organização, planejamento e estudo.  



Responsabilidade: O Técnico de som de uma igreja também recebe um chamado do Senhor para esse trabalho. E o trabalho do técnico de áudio é exatamente montar a base da igreja, onde se apoiará todo o louvor e a pregação da Palavra. E por isso  cuidar o melhor possível daquilo que lhe foi confiado como sua responsabilidade!

Dedicação:   Dedicar-nos ao som é termos compromisso com a Obra, sermos pontuais, zelosos, organizados e também dedicação em querer aprender, estudar sobre o assunto, querer cada dia nos aperfeiçoar para fazer nosso trabalho melhor ainda.

Compromisso: Quando somos chamados para a tarefa de sonorização na  igreja,, estamos assumindo um compromisso com o Senhor Deus, é bom lembrar ao Líder disso as vezes ele esquece!

Comprometimento:  Uma pessoa comprometida com o seu trabalho é uma pessoa confiável. É uma pessoa que não vai ficar à toa em frente da televisão enquanto há uma igreja precisando de alguém para operar os equipamentos. É uma pessoa que, se estiver doente ou com provas na escola ou faculdade, ainda assim vai estar preocupada com a sonorização do culto.  Claro que nós temos as nossas atividades materiais, aulas, viagens, família, etc. Mas ser comprometido com o trabalho do som não é deixar de fazer as coisas para cuidar do som, mas é ter preocupação com o trabalho. E você ganha mais credibilidade com seu líder que é muito importante. 


Pontualidade:  É simples: o técnico de som é o primeiro a chegar e o último a sair da igreja. Primeiro a chegar, porque o técnico tem a função de montar os equipamentos, testá-los e deixar tudo funcionando antes dos músicos e dos cantores.

Montar antes dos cantores e músicos tem várias vantagens:

a) Você terá um espaço livre maior para trabalhar. Com muita gente, você terá que ficar pedindo “licença” às pessoas o tempo todo.

b) Quando os músicos e cantores estarão lá, cada um ficará pedindo alguma coisa para você. Um cabo, uma extensão, pedestal, microfone. Se você não tiver montado suas coisas ainda, você ficará “perdido” entre tantas responsabilidades.


Zelo e Organização: Quanto custa o equipamento  ao qual você é responsável? Quanto vale um microfone, um cabo? Um pedestal? Quanto custa os materiais usado em um evento para milhares de pessoas? Um sistema de som pode chegar à casa das dezenas de milhares de reais, tudo comprado com o dízimo que os irmãos dão.


Dentro de uma igreja, o técnico  de som precisa zelar pelo cuidado e conservação. Limpeza com pano  úmido,  passar um pincel para tirar a poeira, cobrir os equipamentos. Verificar sempre o estado de cabos, refazer as soldas necessárias, levar os equipamentos para a manutenção, etc.
Relacionado: https://sornorizacaoaservicodaigreja.blogspot.com/2019/08/limpeza-e-conservacao-dos-microfones.html

Orientar os músicos ao guardas os instrumentos (caso for deles), ter cuidado para não haver problemas como: quebra no braço (violão, guitarra, baixo), empenamento, oxidação nos pratos, etc...


Além disso, o Técnico deve manter um inventário de todos os equipamentos disponíveis. Uma lista de todo o material disponível, contendo marca e modelo e as quantidades. Esse inventário deve estar afixado no local onde os equipamentos são guardados na igreja. Essa lista (o inventário) tem que ser regularmente conferido, para ver se nada está faltando. Outra coisa importante para igrejas que tem equipe de som, e os técnicos são escalados por culto, fazer um check list dos equipamentos, para se ter um controle de manutenção preventiva dos mesmos. 


Planejamento:  E importante que o Técnico saiba fazer planejamento de estrutura, equipamentos que vai ser usado, etc...mas nada impede dele contratar empresas para fazer isso, mas é importante fazer um planejamento para que no final corresponde aquilo que você estava esperando.
Fazer um evento especial, seja um casamento ou uma grande reunião, exige uma boa dose de planejamento. Quanto maior o evento, maior o planejamento deverá ser.

Quando falamos em um grande evento, para centenas, milhares de pessoas, então teremos muito o que planejar. Algumas perguntas que terão que ser feitas:


  •  Qual data, horário e duração do evento?
  •  Qual o público estimado?
  •  Quantas e quais as pessoas da equipe de som?
  •  Qual o equipamento que deverá ser providenciado?
  •   Quantos músicos e cantores estarão envolvidos?
  •   Alguma necessidade especial a ser atendida?

Estudo:   Entenda estudo como a necessidade contínua de aprimoramento. Não é porque uma pessoa é excelente médico que ele não vai querer se aprimorar, estudar, conhecer novas técnicas. Na verdade, é por querer sempre se aprimorar que será um excelente médico.

O técnico precisa estar sempre estudando. Novos equipamentos são lançados, novas marcas, produtos mais baratos. Algumas soluções serão encontradas, etc. Hoje no mundo da tecnologia tem varias apostilas e videos no youtuber com treinamentos, cursos e dicas de sonorização.




Importante mas muito particular de congregação para congregação   um bônus para melhorar ainda mais o desempenho de um Técnico de Som. Ter a "ATENÇÃO"
Em Números 24:16 temos “Fala aquele que ouviu os ditos de Deus, e o que sabe a ciência do Altíssimo, o que viu a visão do Todo-Poderoso, caindo em êxtase, de olhos abertos” 
Esse trecho nos relata a história de um servo de Deus, que andava em comunhão com o Senhor, mas de olhos abertos. Significa para nós alguém que está em comunhão, mas que está também vigilante.   O técnico precisa ser assim. Atento a tudo o que acontece, mas em comunhão com o Senhor. Deve estar de olhos no pregador, sempre, como também atento aos instrumentistas e cantores. evitar de conversas paralelas, desvio de atenção, e focalizado sempre na condução do culto, sempre ligado caso precise de uma assistência de um músico que o cabo não funciona ou retorno que não estão se ouvindo.


OBS: muito se faz, principalmente nas igrejas de poucos recursos financeiro a tal famosa "Gambiarras" Isso só prejudica o andamento das reuniões da igreja, mostrando que Deus não merece do bom e do melhor, tem igrejas que tem problemas financeiros e equipamentos de áudio são caros, mas se você deseja que Deus o abençoe grandemente, é preciso que você lhe ofereça do bom e que você de o seu melhor."Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”. Marcos 12:44 Jesus menciona aqui uma mulher viuvá pobre que deu como oferta duas moedas de core de pouco valor, enquanto os ricos estavam dando o que sobravam, então Jesus disse aos seus discípulos que essa mulher deu o maior valor de oferta. Deus ele quer o seu melhor para ele nada mais!
Deus não deixa ninguém desamparado e só "Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares." 
Josué 1:9
Deus aqui   fala que ele é contigo nas suas áreas e que pretendes fazer, então faça campanhas, cantinas, bazares,   fale para Deus o seu proposito disso tudo, ele te ouvira e te abençoara.





Essas características são necessárias, e devem ser buscadas diligentemente. Um técnico de som que as reúna com certeza será excelente no seu trabalho para o Senhor Deus. E o Senhor o retribuirá, com certeza, abençoando a sua vida.





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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Monitoração In Ear - Pouco Auxiliar

Monitoração In Ear (fone de ouvido) talvez seja a solução mais eficaz para minimizar o alto ganho de volume (SPL) que tem nas igrejas, como não é um costume encontrar isso nas igrejas de porte médio a baixo (falo de tamanho e estrutura), cabe ao técnico da igreja fazer esse projeto junto com a diretoria da igreja e solucionar esse problema, mas a maioria das vezes você tem na igreja um Ministério de Louvor com 8 pessoas entre cantores e instrumentistas.

ai a pergunta: como utilizar retornos In Ear (fone) com poucos auxiliares? esse artigo estarei demostrando através de três amplificadores diferentes como monitorar essa turma toda.




Amplificador de fone Mackie HM4000
Este Amplificador possibilita você a ter 4 saídas independentes para fones, com regulagem de agudo e grave em cada canal
.

Amplificador de fone Power Click Color



Este Amplificador já possiilita apenas uma saída para fone individualmente, mas utilizando a saída Out2 você pode conectar a um outro amplificador de fones utilizando apenas uma saída auxiliar.


Amplificador de fone Mackie HM4

Já esse amplificador ele tem apenas uma entrada que vem direto da mesa de som, mas te possibilita a quatro saídas de fones (é uma boa para vocais, com igrejas de pouquíssimos recurso).







Existe varias formas, mas estarei explicando duas formas  utilizando esses três tipos de amplificadores.

Obs: È importante que ao utilizar monitoração (fone) sempre utilizar amplificadores de fone, para não dar curto na saída auxiliar da sua mesa de som.



Com amplificador HM4000 da Mackie ele possibilita você a usar até quatro  saídas individuais para Monitoração. Mas imaginemos que na igreja tem 4 cantores e 4 instrumentistas, nesse caso não iria dar para monitorar as oito pessoas então é preciso fazer uma ligação diferente. vejamos:



1)Ligue o Violão na entrada do D.I (Direct Box) e na saída link conecte na entrada Aux in no amplificador de fone.

2)Na saída do Diret Box conecte no canal da mesa de som (Mic IN)

3) Na saída Auxiliar entre na Main IN do amplificador de fone

4) no controle "Balance" você faz a mix do seu instrumentos com os outros girando para esquerda mais volume para seu instrumento e direita para o resto da banda.

5)No circulo amarelo você ajusta se quer estéreo ou mutar o L ou R



Aqui podendo observar as conexões e utilizando três via auxiliar que a mesa proporciona. A ateria usando monitor de chão.



Agora usando o Power Click e o HM4, esses são mais simples mas muito utilizados pela sua simplicidade e resolver pequenos problemas, o Power Click ele possibilita você conectar um fone, mas podendo conectar com outro e utilizar quantos quiser em uma via auxiliar.

o HM4 ele tem uma entrada apenas,  mas podendo enviar quatro via de fones.

vejamos abaixo:



1) Conecte o instrumento na entrada IN do power click.

2) Na saída Out2 conecte no Direct Box e o Direct manda para canal da mesa Mic IN

3) Out  conecte na entrada INPUT no amplifiador HM4

4) Na entrada IN2 ela vem do auxiliar da mesa de som ou de outro power click 

5) Na saída Out2 você envia para um outro power click ou amplificador de fone


Há diversas possibilidades, o amplificador HM4000 ele na sua parte de trás você consegue enviar 8 vias de fone em duplas, mas isso e outra forma de monitoração, o real e sempre fazer monitoração individualmente, e sempre deixar um retorno de chão para a bateria caso o instrumento não esteja todo fechado dentro de um aquário.






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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Splitter - E suas possibilidades

È um equipamento que serve para você dividir um sinal de entrada em dois ou mais sinais de saída.
as suas características é um circuito passivo, não tem entrada de tomada, o sinal do jeito que chega para ele, sai transmitido  o mesmo, se alguma coisa vem para ele, é repassado.



Ex: um microfone capacitivo ele precisa de phantom power, se a mesa tiver phantom power ele vem através do cabo e vai alimentar o microfone  o equipamento não vai fazer qualquer tipo de restrição, tanto do sinal que entra como o que sai, ele  é um equipamento passivo não interfere no fluxo.

como usar o splitter:
Conecte o Microfone ou instrumento na entrada INPUT do Splitter, atrás conecte nas duas saídas para onde vai ligar, ex: mesa de som principal "P.A" e outro para o gravador ou outra mesa de som para "monitores".
Esse equipamento possui chave   de LIFT/GND    para problemas de interferência externa ex: pegando sinal de radio ou zumbido de loop de aterramento.






com a chave Link 1-2 você tem a possibilidade de dobrar o envio para um único canal de entrada ou misturar dois canais de entrada em um sinal de saída combinado.



Para mesas de som com poucos canais, a função LINK pode ajudar na sua conexão com os equipamentos, instrumentos musicais,  microfones.
ajudando na hora do  louvor da sua igreja

veja abaixo:



  
Tecnicamente a função Splitter e bem parecido com a Medusa Multicabos, mas se tratando de organização e baixo investimento ela seria o melhor opção para o uso, ja que ela consegue fazer outros tipos de ligações.







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Conexões de Equipamentos - Mesa de Som

Conectando: PC, Notebook e CDJ 


Nas Igrejas são comuns a utilização de playbacks, talvez por falta de músicos  ou ser mais práticos, bom...mas é sempre utilizado, como ligar um computador ou smartphone na mesa de som isso acredito que todos sabem, mas esse artigo vou estar apenas dando dicas de como fazer uma ligação mais eficiente e utilizar os equipamentos mais adequados e se organizar antes do culto.

Na maioria das masas de som você encontra as conexões em "RCA" CD/tape, L/R, isso permite que vc entra com algum equipamento de áudio ou você envia para algum equipamento por ex: Gravador DAT.

                                 

Esse é um tipo de ligação mais comum, mas podemos fazer a ligação por USB, ou canal Line IN da mesa, tanto como estéreo ou mono.
Aos equipamentos utilizados é sempre bom usar aquele que te dar maior organização ao selecionar as músicas, e visualizar qual esta tocando e qual sera a próxima, evitando de tocar a errada e o irmão la na frente gritar É O 5 VARÃO!!! ou até mesmo a pessoa esquecer a faixa e fazer você passar o começo de todas para ele poder ouvir qual é, e nem se fala de trazer o CD riscado ou arranhado e colocar a culpa em você rsrs...ou até mesmo você passar o playback direto da internet "youtuber" e o sinal wi-fi cair travando a música ou pular para uma propaganda...vergonhoso né...alguns equipamentos não aconselho a utilização dele, mas todo caso é um caso.


 O DVD é um aparelho que as igrejas utiliza bastante para tocar o playback, mas é um  aparelho que não recomendaria pelo fato a demora de ler o CD de alguns não ter o botão de controle no aparelho e depender do controle remoto,  que a maioria das vezes depois de um tempo de uso alguns botões começa a falhar, assim trazendo um pouco de transtorno no culto.



 O Smartphone pela sua praticidade de conexão e até mesmo por ser fácil o manuseio e todos terem, o Smartphone talvez seja o aparelho mais usado nas igrejas para Playback,até mesmo se não para fazer sonoplastia também.
por ser uma aparelho pessoal fica difícil você criar uma pasta de músicas, ou  baixar no seu aparelho, ocupa espaço e as vezes você não tem aquele cartão de memoria bom, e para a igreja comprar um Smatphone apenas para isso, seria melhor um notebook ou PC.
 tem muito também de pegar as músicas baixadas com qualidade baixa direto de aplicativos, sugestão e sempre formato MP3 no minimo 128 kbps para cima, nunca abaixo disso, recomenda-se usar em 192 kbps. 




Agora aparelhos mais aconselháveis  como:

PC (computador de Mesa)
Notebook
CDJ
IPOD
Tem a sua melhora tanto na leitura rápida de um CD, todos aceita Pendrive tirando o IPOD, são práticos  você consegue visualizar a musica que esta sendo tocada facilmente, são aparelhos mais para o lado coletivo, e tirando o IPOD podem ser instalado softwares para complementar no louvor ou na música que esta sendo tocada. Coloquei o Ipod justamente por ser um aparelho que apenas toca MP3 e MP4, não faz ligação e nem recebe chamadas ou mensagens.
com esses aparelhos podem ser feito varios tipos de ligação a mesa de som mas abaixo selecionei os mais comuns que são feitos.

PC (computador de Mesa) > conexão cabo USB direto na mesa de som. > saindo no CD/Tape OUT e entrando na ligação Line In do PC.
Obs: instalar o drive da mesa no PC para poder reconhecer o sistema.

NoteBook  >  conexão cabo USB direto na mesa de som. > saindo do Phone e entrando em dois canais line mono ou estéreo da mesa de som. 
Obs: nos canais mono ajustar o "PAN" para esquerda e outro para direita para a ligação sair em estéreo.

CDJ > saindo na conexão RCA e entrando na mesa de som CD/Tape IN

 IPOD > saindo do Phone e entrando em dois canais line mono ou estéreo da mesa de som.   




Para eventos ou Festas


Em eventuais circunstancias acabamos sendo Dj's também e para isso utilizar equipamentos certos não seria uma coisa ruim, pelo contrario só agregaria.

agora utilizando uma controladora de DJ, CDJ e MixerDJ e enviando tudo para a mesa de som principal.

Notebook > conectar USB> controladora> enviando pela In cd/tape da mesa de som. (programas como Virtual DJ substitui a controladora).


CDJ > saindo no output e entrando no canal A ou B da  mixerDJ > saindo output e entrando no cd/tape in da mesa de som principal.





São apenas alguns recursos práticos e melhores para a projeção da melhor forma para sua igreja.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Entradas da Mesa de Som - MIC IN e LINE IN

 Em sonorização, basicamente temos dois tipos de fontes sonoras que ligamos nas mesas de som: microfones (para voz ou para instrumentos, de qualquer tipo)  e instrumentos (aqueles que não são microfonados; que tem captadores eletromagnéticos.  


Microfones e instrumentos produzem sinais elétricos. São esses sinais elétricos que são enviados à mesa de som, que serão processados e depois amplificados, gerando o som que sai das caixas. Só que as medidas dessas energias são bem diferentes, muito diferentes.

Microfones conseguem produzir tensões de sinais entre -52dBu a -10dBu (dBu = medida de tensão elétrica na cada dos miliVolts). Isso representa valores de 2miliVolts (0,002V, se preferir) a até 245mV (0,245V), e é conhecido como “nível de microfone”. Instrumentos, por sua vez, produzem sinais entre 0,245V a valores de vários Volts. Um teclado eletrônico ou uma guitarra com pedaleira pode produzir até 5V na sua saída de áudio, valor este que depende da implementação que o fabricante deu ao seu equipamento.

 Fonte: Artigo Níveis de Sinal de Áudio, de David Fernandes.




Diante de sinais tão diferentes entre si, a solução encontrada pelos fabricantes de mixers e consoles foi implementar entradas também diferentes. Assim, na grande maioria dos equipamentos, encontramos duas entradas de conexão distintas nos canais: MIC IN e LINE IN. Mic In preparada para receber sinais elétricos do nível de microfone e Line In preparada para receber sinais de instrumentos ou qualquer outro tipo de equipamento.




Obs: Cabe ressaltar que, apesar de existirem duas entradas independentes,  só funciona uma única entrada por vez. E se por algum erro conectarmos equipamentos nas duas entradas, somente o que estiver no LINE IN funcionará.




Após entrar na mesa, esses sinais são encaminhados a circuitos chamados de amplificadores operacionais (ou “ampops”, mas são mais conhecidos como “pré-amplificadores” ou simplesmente “prés”), e são devidamente elevados (em alguns casos, atenuados) a um valor de voltagem que a mesa de som consegue manejar. Note que os pré-amplificadores de microfones fazem um trabalho muito mais árduo que os pré-amplificadores de linha, já que precisam elevar o baixíssimo sinal de microfone para um valor bem maior. 

Fonte: Fernando Bersan






Mas, se é para ligar os instrumentos na entrada LINE IN, por que não dar o nome de INST IN? Ou GUITAR IN? Ou por que não outro nome qualquer, que se referisse a instrumento?



Porque na verdade, essas entradas não aceitam somente instrumento, mas todo e qualquer equipamento que não seja microfone. É possível ligar no LINE IN instrumentos musicais (elétricos e/ou eletrônicos), mas também aparelhos de DVD, CD-Player, Televisão, vídeos cassete, mesas de som, outros equipamentos de áudio, etc.



Na verdade, o "nível de linha" (referente a Line) aceita sinais de -10dBu (0,245V) a até +30dBu (24,5V). Equipamentos que trabalham com sinal de linha trabalham com esses valores, em geral, apesar de depender da implementação de cada empresa. Mas não se espante se ler no manual que a entrada de linha de uma mesa de som aceita “apenas” até 5V  esse é o valor mais comum em instrumentos, por isso essa implementação.

 Fonte: Fernando Bersan







Em mesas de som mais simples, voltadas para o mercado amador, mas (infelizmente) muito usadas em igrejas menores/mais simples, as entradas MIC IN e LINE IN, apesar de independentes, são ambas equipadas com o mesmo tipo de conector: P10.

Nestes casos, é muito importante observar que os cada tipo de fonte sonora seja encaminhado à entrada correspondente. Microfone para o MIC IN, Instrumento (ou qualquer outra coisa que não microfones) para o LINE IN. daí veio aquela questão que baixo elétrico ligado na mesa de som direto queima! A pessoa ao invés de conectar na entrada LINE IN, conectava na entrada MIC IN. 

Os sintomas típicos de ligação errada são clássicos, Microfones ligados às entradas LINE IN não tem praticamente volume algum, mesmo tudo no máximo (ou fader e ganho no máximo). Por outro lado, instrumentos ligados na entrada MIC IN ficam com um volume enorme, mesmo com um pouco só de volume aberto. O fader um pouco mais aberto e o sinal já começa a distorcer (clipping), até mesmo acendendo as luzes de Clip ou Peak (se existirem) do equipamento.

O que acontece é que o pré-amplificador de microfone multiplica o sinal grandemente, enquanto o pré-amplificador de linha multiplica pouco (às vezes, até atenua) o sinal. Só que os prés amplificadores não sabem o que está ligado no conector de entrada correspondente, logo… 

A Yamaha foi das umas que adotou  usando em alguns mixers os conectores  "Combo", um tipo de plugue que aceita tanto o XLR quanto o P10. aaixo do plugue, uma chave para seleção de nível:  "PAD"  Ela nada mais é que uma resistência colocada em série com o caminho do sinal, que proporciona uma atenuação reduzindo a “força” do sinal de linha, tornando-o compatível com sinais de microfone,atenua em -20db.  Na foto abaixo temos um exemplo disso Yamaha MGxu.  





Quando os instrumentos estão instalados próximos da mesa de som, a solução é simples e fácil: conectar tudo no LINE-IN, e pronto! Quando estão longe da mesa (distâncias de dezenas de metros), essa distância traz problemas. É aí que entra um tipo de equipamento chamado Direct Box.  

Saber mais sobre Direct Box                       https://sornorizacaoaservicodaigreja.blogspot.com/2019/03/direct-box-ou-d.html

As entradas MIC IN tem impedância típica de 600 Ohms (baixa impedância), enquanto as entradas LINE IN tem alta impedância, geralmente em valores entre 10KOhms (10.000 Ohms) e 50KOhms.

Já os microfones tem impedâncias baixas, geralmente entre 50 até 1000 Ohms, enquanto os aparelhos e instrumentos musicais tem saídas cujas impedâncias variam entre 5K a até 100KOhms. Fonte: Fernando Bersan




Resumo:


 Se ligarmos um microfone na entrada LINE IN da mesa de som, não há nenhum risco, mas não haverá volume suficiente para o sistema funcionar.

  Se ligarmos a saída de um equipamento ou instrumento na entrada MIC IN da mesa de som, temos os seguintes problemas:


  1.  descasamento de níveis de sinal, com possibilidade de queimar o pré-amplificador do    canal da mesa;
  2.   risco de problemas com o Phantom Power (pode queimar o canal da mesa ou a saída    do instrumento) causado por uso de cabo fora de padrão;
  3.  perda de sonoridade, em geral com prejuízo nas altas frequências, causado pelo     descasamento de impedâncias e distorção do som. "CLIP"

Nada disso ocorre quando ligamos os instrumentos na sua entrada padrão, a LINE IN. Entretanto, em caso de necessidade ( grande distância entre músicos e a mesa de som, em geral), a solução é usar Direct Boxes.

Entrada MIC IN – ligue nela tudo o que for microfone, inclusive os sem fio
Entrada LINE IN – ligue nela tudo o que não for microfone!




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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Aproveitando o Controle PAN da Mesa de Som

Master L e o Master R da mesa de Som



O controle de PAN é um completo desconhecido para a maioria dos operados de som nas igrejas. Ainda que presente em qualquer mesa de som, o pessoal simplesmente não sabe e/ou não usa. Esse comando pode ser um tremendo aliado para quem tem aquelas mesas de som mais simples, sem Auxiliares ou mesmo com poucos deles. O que vamos falar serve para qualquer mesa simples, qualquer marca e modelo.  

O controle PAN tem marcado L na extrema esquerda, e marcado R na extrema direita. Isso quer dizer que, nas posições extremas, o som daquele canal será enviado somente para o Master L ou somente para o Master R. Nas posições intermediárias, o som será enviado em maior quantidade para um Master que para o outro. Na posição "Flat" (o controle no meio), o som é enviado igualmente para os dois canais.

Essa explicação só tem uso prático se utilizarmos em conjunto com os Masters. Veja um exemplo prático:

Uma igreja bem simples, com 4 caixas de som, 2 para o público (PA) e  duas caixas de retorno para os músicos.
Master L alimenta o canal A do amplificador e este alimenta as 2 caixas do PA
Master R alimenta o canal B do amplificador e este alimenta as caixas de retorno
Se usarmos o PAN no meio, como é o mais comum de encontrarmos, teremos o mesmo som tanto para o público quanto para os músicos. Apesar de isso parecer ser bom, os músicos tem necessidades diferentes da do público. Enquanto o público quer ouvir o som do conjunto, os músicos querem se ouvir, o que são coisas bem diferentes.

Assim, se usarmos o controle de PAN, podemos fazer mixagens diferentes, uma destinada ao público e outra aos músicos. Veja:

A voz do dirigente do culto deve ser sempre voltada para o PA (PAN todo em L). Os músicos, que muitas vezes estão localizados próximos dos dirigentes, podem ouvir a voz diretamente. Isso inclusive evita microfonias que possam acontecer no mic do dirigente.
Instrumentos acústicos (que produzem som por si só) podem ter mais volume no PA que no retorno dos músicos. Flautas, violinos, violões, todos eles podem estar com o PAN mais para à esquerda (mais para o PA) que para o meio.
Instrumentos elétricos (teclado, baixo, guitarra), que não tem som próprios, esses podem estar com o PAN no meio ou até mesmo mais para a direita (mais para o retorno).
Imagine aquele músico que ficam pedindo mais volume, mais volume e mais volume no seu retorno! Para satisfazê-los, aumentamos o fader de volume do canal. Se o PAN estiver no meio, estaremos aumentando tanto para o PA quanto para o retorno. Só que isso pode trazer um desequilíbrio da mixagem para a igreja (o instrumento sobressaindo mais que os outros). Se então usarmos o PAN mais para a direita (mais em direção dos retornos), poderemos aumentar o volume e, para compensar, jogar o controle mais em direção à posição R, de forma a compensar o aumento e manter o equilíbrio do PA.



A ideia é simples, o uso é simples e fácil, mas muita gente não conhece e "passa aperto" com as reclamações dos músicos de que "não estão se ouvindo".



Relacionados: 

Endereçamentos - Subgroups Mesa de Som


Áudio para Igrejas - Quais equipamentos que devo comprar?





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sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Qualidade Vs Volume


Há muito tempo que existe uma guerra sobre volume, entre Cantores e Músicos e Profissionais do Áudio, é um "aumenta aqui, não estou me ouvindo, me da mais som, etc"   Essa guerra se dar por falta de conhecimento, a pessoa raciocina que quanto mais alto melhor vai ser o som, por que quanto maior volume melhor eu ouço então o som estará melhor.
Na verdade isso é uma grande cagada, parece obvio mais não é, por que "Qualidade" é uma coisa, e Volume é outra. Volume= Pressão Sonora, quanto mais você aumenta o volume você não ganha qualidade você só esta aumentando o volume, Qualidade= características sonoras depende você ir la no inicio l´na fonte, onde você pensa toda característica sonora, onde você pensa na qualidade e equilíbrio de frequências, se a sala onde você esta captando o instrumento seja ele acústico por exemplo se ela esta respondendo isso, se no local do som o ambiente favorece ao som, se o ambiente e bem tratado acusticamente sendo ele fechado, se ela esta ressoando de acordo com isso, sem sobrar sem faltar se na equalização que esteja fazendo se isso não vai soar diferente, se isso não vai soar faltando alguma coisa, fora vários outros aspectos ou setores que você possa atingir a qualidade melhor.
Volume é simplesmente o equilíbrio que você tem para poder escutar tudo que você  tem, não que você  tem maior volume que você  tem a qualidade melhor.  Técnicos de som e músicos rolam essa guerra apenas do fato de as vezes o músico não querer respeitar o volume exigido pelo técnico, ai o técnico acaba tendo que ir la no seu cubo/amplificador e baixar o volume, pronto a guerra ta feita. 
Aumento de volume causa problemas de saúde auditiva, fora que o equipamento não pode aguentar e  clipar na hora da música ai sim que a qualidade acaba de vez.
Mas parece que começou a virar prioridade, se tem o volume alto é qualidade, até mesmo o técnico mixando num evento e deixar as P.As gritando ali no seu ouvido, esta num ambiente fechado pequeno mas para ele ta vindo muito om, mal sabe que esta prejudicando não só ele mas todos que estão envolvidos ali.
Para  finalizar o artigo, Qualidade sonora depende de características sonoras, formatar um som com aquela característica,   com equalização, equipamentos, processadores, pedais etc...e ter volume é simplesmente ter volume, se você fazer isso na medida certa seu volume chegara ao um ponto, que você terá uma qualidade boa até mesmo usando equipamentos não tão om assim, você atinge um limite de som, que ele ganhe potencia, presença e você não estará perdendo a qualidade sonora a característica dele.







Obrigado pela visita, duvidas, esclarecimentos? pergunte estarei disposto a compartilhar com você meu conhecimentos técnicos e abranger mais ainda esse mundo do áudio. Deus Abençoe

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Ajudando o Guitarrista a Timbrar a sua Guitarra

Você é técnico de som da igreja, responsável pelo esquipamentos de som da igreja, onde qualquer coisa relacionado a som você é procurado, até mesmo se der problema no datashow ou projetor você é procurado.
Ai você tem   os instrumentos ligados em cada um em seus cubos, apenas se preocupando com os microfones, mas no decorrer do louvor você observa que pela qualidade que o guitarrista tem pelo seu instrumentos e equipamentos, deveria estar com um timbre melhor, normal você encontrar   músicos que sofrem essa deficiência de conseguir timbrar melhor seus instrumentos, as vezes o guitarrista tem até uma boa guitarra, mas o cubo dele não o ajuda, ai é preciso ir para o plano "B" "C" ou até "D" sei la mais...   para tudo tem uma saída.
Para se conseguir um bom som, não basta apenas ter uma boa guitarra. O amplificador é parte fundamental para esta conquista e para personalizar o som de cada guitarra, então que tal dar aquela força para seu amigo guitarrista?
De forma geral os amplificadores são divididos em duas partes: pré-amplificador e potência.
O pré-amplificador é a parte que cuida da amplificação propriamente dita. Capta o sinal do pré e transmite aos auto-falantes. Pode ser valvulado ou transistorizados.
E importante conhecer o máximo possível do seu equipamento para que se saiba tirara o melhor do que ele pode oferecer. também é importante conhecer alguns conceitos básicos para que, na hora da compra, você saiba o que escolher de melhor para o seu estilo.
Existem milhares de fatores que influenciam no timbre final de um amplificador, desde o tipo de falantes, caixas (traseira aberta ou fechada) tipo de equalizador e até pequenos componentes eletrônicos internos. 
Com alguns conceitos técnicos estarei passando alguns tipos de conexões para se aproveitar melhor seu equipamento e tirar um bom som.

 Recursos Disponíveis

A disposição dos controles, entradas, saídas e loops pode mudar de amplificador para amplificador, mas geralmente os itens são os mesmo.






No painel trazeiro em alguns amplificadores temos o efeito Loop "Send e  Return" O Effect loop atua entre o pré e a potência permitindo ligar efeitos (Delay, Flanger, Pitch,etc) depois do pré amplificador. Se ligarmos o pedal no  Effect loop, o efeito vai agir sobre a guitarra timbrada e distorcida, definindo o som com qualidade. 
 Veja o gráfico abaixo para conectar os efeitos no loop:


Como se pode perceber na foto acima, a saída (Send) e a entrada (Return) dividem o amplificador entre suas duas partes principais:

  • Pré-Amp.
  • Power-Amp
O "SEND" envia o sinal depois dele ter sido tratado no pré-amp. (para qualquer destino). O "RETURN" recebe qualquer sinal externo para a potência (power amp).
Existe uma infinidade de aplicações para estas duas "portas" dos amplificadores. Aqui vão algumas mais comuns:

A) Conexão para efeitos (Reverb, Delay, Chorus, etc.)


Esta é uma boa forma de conexão para usar o overdrive do amplificador. O sinal tem que passar primeiro pela distorção para depois ir para o efeito seja ele de ambiência ou modulação.
Quando o canal limpo estiver sendo usado você poderá acionar o seu distorcion, que vai enviar para saída do pré-amp (Send) + Delay + Chorus que volta para a entrada da potência (Return), e quando estiver sendo usado o canal de Over Drive do "amp", o sinal percorrerá o mesmo caminho.

Obs: pedal Foot Controler aciona o efeito ou distorção que vem no ampli.

1º) A ordem de encadeamento de sinal (antes da potência) terá que ser sempre: sinal de maior ganho para sinal de menor ganho, geralmente de forma proporcional.

2º) A forma natural em que o som é processado: Por exemplo: Você esta num amiente onde ha muito eco,  e lá você esta tocando sua guitarra plugada no seu "amp". usando canal sujo. Naturalmente, o sinal:

 - sai da guitarra - vai para o "amp". - sai pelo alto falante - reflete nas irregularidades do ambiente - e volta com atraso (em relação ao som do "amp") em forma de eco.

Para resumir, não iremos nunca distorce o eco! (Anão ser em casos onde se esteja pesquisando texturas vanguardistas e idéias novas para timbres bizarros!).


B) Usando só o Power ou enviando só o Pré:


Neste caso, só o amplificador que está recebendo o sinal de outro pré estará trabalhando com seu power (Potência), o "pré-amp". permanecerá mas sem nenhum sinal passando por ele (não terá função). Ou seja qualquer sistema de amplificação com receber o sinal do pré para sua potência. Este recurso é muito usado para se misturar marcas e timbres de potência com pré-amps.


As pedaleiras Digitais são compactas e trazem todos os efeitos dentro delas. São programáveis e existem modelos para todos os "bolsos" e gostos.
pedaleiras digitais trabalham com conversores de 24 bits e têm taxa de amostragem acima do padrão necessário para a guitarra. Alguns efeitos têm seu "design" prejudicado por alguns programadores que querem criar efeitos  padronizados para suas respectivas marcas.



Pedaleiras Digitais utilizando o comando de conexão "return" no ampli, você podera utilizar um simulador que tenha na pedaleira ou um pré que esteja armazenado na pedaleira, possibilitando um som "real" sem misturar com o pré do ampli.
Pedaleiras também compartilham com  "send"  "return" acione nos comandos da pedaleira para esse afim.


Aí o sinal sai pelo "send", é processado por um efeito externo e volta para o "return", que envia o sinal para os outros efeitos ainda não utilizados.






  
Dicas de Conexão:
Equalizadores antes ou depois da distorção soam totalmente distintos.
conecte o pedal de volume antes dos delays e reverbs para que o volume possa ser abaixado sem cortar a reverberação ou eco.

Dicas de Regulagem no Ampli


Meteoro MHC 200 EXTREME




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