sábado, 21 de setembro de 2019

É seguro comprar no Mercado Livre e OLX?



Mercado Livre e OLX são duas plataformas de vendas, que possibilita a sua compra on line, elas apenas são uma interligação do consumidor e o vendedor, produtos novos ou usados, Jurídico ou Físico.
Eles são conhecidos no mercado como C2C (Consumer to Consumer), é aquele onde a operação de compra e venda envolve apenas dois consumidores. Ou seja, a venda é feita de um consumidor final para outro.  muitas pessoas procuram comprar produtos usados até mesmo por ainda estarem em ótimo estado e ter o preço mais em conta, mas ai que vem a pergunta; é seguro comprar nesses sites?

Com experiencia de compra desde 2007 pelo Mercado Livre, onde o pagamento das compras eram depositados direto na conta do vendedor e o site apenas faziam a ponte entre o vendedor e o comprador sem nenhuma intervenção direta a qualquer um dos dois, posso hoje afirma que o mercado livre e totalmente seguro, por que hoje ele ja te da essa assistência nas suas compras.

Vendedor do Mercado Livre desde 2015 com minha experiencia posso afirma que o site da mais segurança para aquele que compra do que aquele que vende, mas antes de você pensar em comprar um produto seja ele novo ou usado é preciso ver algumas indicações  para serem vistos antes.

  
Começando pelo mercado livre, é importante que o comprador antes de efetuar a compra ele veja algumas coisas antes do vendedor.



 - Veja se o vendedor já fez varias vendas positivas, se ele presta um bom atendimento, e entrega o produto rápido. isso é muito importante. 

 - Veja se ele da garantia do produto.








 -  O site ele te da a segurança do seu dinheiro caso você se arrependa da compra ou o seu produto não chegue para você.




  - Veja se o comprador ele possibilita a suas vendas no mercado pago, isso dará a segurança caso você desiste da compra ou tenha algum problema com o produto Ex: peças faltando, não esta igual a foto do anúncio). Até que você não qualifique o vendedor positivo, ele não recebera o dinheiro da venda, e o site irá entrar na mediação caso houver algum problema com o produto.








 - Verifique se ele aceita o mercado de envios, isso possibilita você monitorar o produto até a sua residencia, logo quando ele despacha nos correios o site te envia o código de rastreio







 - E sempre, mas sempre, tire todas as suas dúvidas no campo de perguntas, isso irá facilitar na negociação   no andamento da venda e alguns detalhes que ele provavelmente por algum motivo não colocou na descrição.


Dica: Ao comprar um equipamento "usado" algumas coisas podem passar desapercebido por você, faça um orçamento em uma assistência técnica especializada, para eles verificar se todos os componentes e peças estão funcionando perfeitamente, caso apresente algum reparo pela assistência comunique esse reparo ao vendedor para que ele tome alguma providencia, com relação a isso, faça isso antes de qualifica-lo positivo no mercado livre,  de acordo com o Art. 49. da Defesa do Consumidor, " o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio." caso não ocorra uma solução você poderá devolver o produto sem nenhum custo a você. pode a ver que nem o vendedor saiba desse defeito, um "vicio oculto" nem sempre e pela maldade, então converse adequadamente para que a negociação saia om para amos os lados.







Diferente do Mercado Livre, o OLX não tem nenhum recurso de segurança para as suas compras, a grande maioria dos produtos são produtos usados que as pessoas estão se desfazendo deles, como o site diz (desapegando), a compra e feita por negociação por mensagens (chat) ou por telefone.
O site disponibiliza um guia para os compradores ficarem atentos antes de fecharem negocio.

 - Não deposite antecipadamente
 - Cuidado com produtos com ofertas dentadoras
 - Fazer a negociação sempre em locais públicos ex: (estação de metrô, shopping)
 - Se possível, sempre faça o teste do equipamento antes de entregar o dinheiro da venda.


Baseando nesses dois sites, pode se confiar muito mais no mercado livre que OLX,  aparece muitas pessoas de má fé dando golpes na OLX, tanto vendedor como comprador, é preciso sempre ficar atento, uma sugestão que dou e que faço, é sempre levar a negociação da venda para o mercado livre, caso seja de um outro estado ou você não pode retirar em mãos, la ficara seguro tanto para você comprador como para ele vendedor, se ele não aceitar por causa da comissão  e pelo frete, la ele pode colocar anuncio grátis, ele não paga pela comissão da venda ao site e o frete fica por sua conta, se mesmo assim ele não concorda desconfie.









Obrigado pela visita, duvidas, esclarecimentos? pergunte estarei disposto a compartilhar com você meu conhecimentos técnicos e abranger mais ainda esse mundo do áudio. Deus Abençoe

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Áudio para Igrejas - Quais equipamentos que devo comprar?




Você é o Técnico de Som da Igreja, esta lá, pois foi colocado pelo então líder da igreja (no caso Pastor ou Padre, por exemplo), e mesmo não tendo muito conhecimento você dá o seu melhor à obra a qual lhe foi confiada?
Parabéns, pois é isso o que agrada Deus, pois ele não chama os capacitados, ele capacita quem Ele escolhe!
Você começa a pesquisar sobre sonorização e cursos voltado para igrejas, aprende algumas coisas e começa a se virar no que pode. Depois de algum tempo na função você percebe que o som ja não esta lá essas coisas, a mesa de som ja não suporta as demandas da igreja, e você decide que precisa fazer algumas trocas e compras para melhorar o sistema de som. Você avisa ao líder mas, por não ter conhecimento e ter aprendido basicamente tudo na raça, acaba pedindo conselhos para várias pessoas e cada um dá sua ajuda, mas todos diferentes, ao invés de clarear na sua escolha acaba lhe deixando ainda mais confuso. 
E você que na maioria das vezes trabalha com som em igrejas de pouco recurso, sofreu muito com som e não quer gastar com equipamentos desnecessários, ja que a igreja por maioria das vezes não tem condição e você acaba não sabendo o que fazer.
Então... Esse artigo é para você!
Deixe sua pergunta, sobre compra ou função de um determinado equipamento, fica em aberto nos comentários, qualquer dúvida que tiver tentarei te ajudar da melhor forma possível!
Ah... Deixem também sugestões e suas experiências para que possamos adequar melhor as dicas à realidade de cada um!
Caso necessite de: Projeto de sonorização, acústica, compra e venda de equipamentos de áudio instrumentos musicais, ficarei feliz em poder ajudar!
 Deus Abençoe!












quarta-feira, 11 de setembro de 2019

RT60 - Reverberação

A reverberação em um ambiente, também chamada de RT60 (Tempo que o som emitido leva para perder 60 db) é na prática o quanto "vivo" o som fica dentro da sala depois de emitido até deixar de ser percebido por nossos ouvidos. A questão primordial envolvida na importância de se condicionar esses tempos de reverberação é porque quanto mais o som durar, maior a probabilidade desta "sobra" se encontrar com os outros sons emitidos causando mais confusão, perda de inteligibilidade e cancelamentos de fase que deterioram a qualidade (fidelidade) do som no geral.

Basicamente o que deve ser feito é adicionar materiais absorvedores ao ambiente para absorver essas ondas sonoras, assim diminuindo seu tempo de reverberação, porém isso não pode ser feito aleatoriamente pois, afinal, cada material tem uma eficiência maior em uma região de frequência, por exemplo, materiais como Dry Wall e Vidro absorvem bem graves porque vibram e tem mais densidade, já a lã de vidro e espumas de menor espessura são muito mais eficientes nos médio-agudos e agudos. O bom equilíbrio entre esses materiais chamamos de Coloração da Reverberação e pode ser atingida (calculado) usando tabelas de coeficientes de absorção, planilhas ou softwares acústicos.

O tempo de reverberação ideal pode variar em função do objetivo da sala, mas em geral segue a tabela abaixo:


Esses valores são para 1KHz, em geral salas de estudio de pequeno porte (50m3 = (20m2 x 2,5m)) tem RT60 entre 0,19 ~ 0,26 dependendo do objetivo.

Na tabela (Azul) abaixo podemos ver uma relação mais precisa em várias bandas de frequência que vão de 125Hz até 4KHz, bem como a proporção ideal entre frequências (Verde) e alguns dados relativos ao RT60:



Resumindo: de nada adianta um investimento enorme em equipamentos sem a devida atenção a acústica do  templo. Um exemplo  é o de um automóvel esporte da alta performance rodando em uma estrada de terra esburacada, mesmo o veículo sendo excelente e muito potente sem um ambiente adequado sua performance será muito ruim e em alguns casos inviável.


Fonte: Luiggi Granieri 


Calculando a Reverberação


Em 1900 o matemático Walace Sabine criou o calculo para o tempo de reverberação num ambiente. Porém apareceram erros nos cálculos quando o RT tende para o zero, aparecem grandes erros.
Mas apareceu outro matemático o Eyring, ele descobriu a correção desse impasse, aplicando a correção de coeficiente de absorção. Onde In representa o logaritmo natural (na base e= 2 ,71828), qualquer calculadora cientifica pode fornecer esse logaritmo.  
com ajuda de uma planilha elaborada pelo Sollon do Valle podemos chegar a um denominador comum e efetuar com os materiais que se encontra na igreja analisar o tempo de reverberação de cada frequência.


Pegamos uma igreja como exemplo, tendo 35m de comprimento, 25m de largura e 8m de altura, contendo no interior da igreja paredes lisos pintados, vidros comuns, e piso de concreto como mostra no canto esquerdo na aréa de materiais. Observando na formula Eying (em verde) há uma grande reverberação nas   altas frequências 8,09 em 1000Hz, para uma igreja com sonorização ao vivo há muita reverberação, causando cancelamentos de fase, acoplamento entre outros. é preciso colocar matérias absorvedores para diminuir essa quantidade de reverberação e melhorar a qualidade do som.


Agora ao colocarmos matérias absorvedores, Carpete grosso, piso de madeira, painel e vidro grosso, Bass Traps chegaremos num resultado mais satisfatório.

Escolha o material que deseja aplicar pelo número, em seguida coloque a quantidade em M².
  
E importante saber que as frequências graves sempre sobressair das médias para agudas,  baseado em estudo cientifico terá mais qualidade no seu som. 



Agora além de corrigir as altas reverberações, corrigimos a propagação das frequências do ambiente, deixando as frequências baixas sobressair mais que as agudas.

Utilização do Material:


Bass Traps e Absorvedor de Banda larga foi agregado utilizando as informações do seu coeficiente em ficha técnica.


Download da Planilha:


   






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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Curiosidades no Mundo do Audio

VOCÊS SABIAM QUE O MICROFONE SM58 FOI PROJETADO PARA SER MICROFONE DE ESTÚDIO.


Os microfones para captar vozes em estúdio nos anos 1950 e 1960 eram conhecidos por sua fragilidade. Além disso, as luzes do estúdio ofuscavam os microfones da época com seu design brilhante. O engenheiro Ernie Seeler da Shure e sua equipe criaram o microfone ideal para vozes em estúdio, resolvendo os problemas de durabilidade e de design. .

SM>>>> (Studio Microphone)
Fonte: David Kadooka






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Pré - Fader & Post - Fader - Auxiliares

Cada canal em um mesa de som possui um pequeno botão rotulado como algo como " Pré / Pós ". Este pequeno botão pode afetar os monitores de palco, caixas acústicas, equipamentos, processadores  e até seus dispositivos de gravação. Vamos explorar a funcionalidade deste botão para que as pessoas e dispositivos certos obtenham os sons de que precisam.




Os envios pré e pós são envios auxiliares. Ou seja, eles controlam o som enviado a objetos como caixas acústicas, monitores de palco ... qualquer coisa que não sejam o master da mesa de som.

pré-fader

Um pré-fader envia o sinal  ANTES de passar pelo fader do canal;  Portanto, você pode mover o atenuador de volume o quanto quiser, mas isso não afetará o volume que vai para o auxiliar. 

post-fader

Um pós-fader envia o sinal DEPOIS de passar pelo fader;. Portanto, quando você move o atenuador de volume, esse volume de envio auxiliar é igualmente misturado. 


Os envios auxiliares pós fader geralmente são usados ​​para conectar efeitos externos ou processadores dinâmicos  o sinal é enviado ao processador a partir de um envio auxiliar e reinsere a  mesa de som através de um retorno auxiliar. Cada canal possui seu próprio controle auxiliar de envio, para que você possa ajustar a quantidade de processamento. O sinal efetuado será aumentado ou diminuído pelo fader do canal.
Na maioria das mesas de som, há pelo menos um envio auxiliar pré-fader e um pós-fader, e em algumas mesas  existem envios auxiliares que podem ser alternados entre pré e pós-fader.












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domingo, 1 de setembro de 2019

Os 4 Elos da Sonorização ao Vivo

Ao considerarmos um sistema de sonorização ao vivo, vale a pena, antes de mergulhar nos inúmeros detalhes que envolvem cada componente, fazer uma abordagem geral que nos proporcionará uma compreensão mais abrangente do sistema de PA total.

Antes de mais nada, cabe a pergunta: O que é um PA?

O termo originalmente vem das palavras “Public Address” que no Inglês eram empregadas quando uma pessoa se referia a um sistema de som destinado – ou endereçado (address) a um publico (public).

Com o passar do tempo, porém, percebeu-se a necessidade de se cunhar um termo mais específico para sistemas de sonorização de shows e apresentações ao vivo, pois o termo PA englobava também os sistemas de chamada e aviso utilizados em aeroportos, rodoviárias e hospitais que, obviamente, têm muito pouco em comum com os sistemas de sonorização de eventos. Mais recentemente convencionou-se utilizar o termo “Performance Audio” em referência aos sistemas de sonorização de shows e eventos mantendo-se, ainda a conveniência de podermos utilizar a sigla PA como já acostumados.

Dada a introdução, vamos à análise geral dos componentes de um PA. Todo PA é composto de equipamentos que acabam se encaixando numa das seguintes áreas: 

  • Captação 
  • Processamento 
  • Projeção


Para completarmos esta visão sinóptica, resta incluir uma quarta área que compõe (ou compromete) o som do seu PA. É a Acústica.

Embora possa parecer uma simplificação exagerada das técnicas e equipamentos envolvidas num PA, esta visão sinóptica é muito importante pois, muitas vezes, temos visto igrejas que investem pesadamente numa área e por desconhecerem, ou desprezarem, a importância das outras, continuam numa conjuntura eletroacústica que impossibilita um som de boa qualidade.

Isto resulta do fato de que existe uma sinergia ou interdependência entre cada uma destas áreas de modo que poderíamos ilustrá-las como uma corrente de quatro elos em que, conforme o ditado, o elo mais fraco acaba limitando o desempenho da corrente.



Assim como é fácil se compreender a futilidade de se investir alto para adquirir uma corrente com elos de aço e esperar aproveitar a sua força ao amarrá-las à carga que se pretende puxar com uma delgada linha de costura, assim deve se buscar distribuir os investimentos em som de modo a manter uma qualidade proporcional entre as quatro áreas acima.

Digamos que sua igreja tenha contratado profissionais que cuidaram da acústica do seu salão de culto e que ainda houve recursos suficientes para a aquisição de bons aparelhos e caixas de som, porém, na hora de comprar os microfones a verba se esgotou… Se um irmão bem intencionado for até a Rua Santa Ifigênia e adquirir de um camelô uma dúzia daqueles microfonezinhos destinados àquelas (sofríveis) gravações em fita cassete com gravadores portáteis “porque estavam com um preço imperdível”… Na hora em que forem ligados à sua aparelhagem de qualidade profissional o som que sairá pelas suas caixas, com toda a fidelidade, para ser uniformemente distribuído por todo seu salão de culto, será o som de um reles microfonezinho de gravador portátil!

E do mesmo modo que não adianta se iludir achando que se irá “economizar” nos microfones, de nada adianta se tentar fazer uma “economia” desproporcional de recursos em qualquer outra destas áreas!

Daí se evidencia a importância de se buscar os serviços de um profissional que conheça tanto os equipamentos, quanto as técnicas de instalação. Alguém que, de preferência, não esteja vinculado a nenhum fabricante nem estoque de alguma loja e que possa, com base em sua experiência, orientar imparcialmente para que os recursos de sua igreja sejam distribuídos racionalmente entre as quatro áreas, otimizando os investimentos para que sua comunidade venha a usufruir de qualidade proporcional ao seu investimento.

Captação

Nesta parte vamos nos preocupar com a seleção e o posicionamento dos microfones. A ideia é otimizar seu posicionamento, de modo que o som que eles enxergam (captam) seja de fato uma representação fiel da voz ou instrumento que desejamos amplificar. É importante que se faça bem a captação, pois não há como recriar ou consertar o som que não foi bem captado. Por ser a captação o primeiro dos elos é ela que vai determinar a qualidade a ser mantida em todos as demais etapas da nossa corrente de sonorização.

Além dos microfones, podemos incluir nesta primeira fase os Direct Box que têm a função de condicionar os sinais eletrônicos fornecidos na saída de instrumentos como contrabaixos, guitarras violões (com captadores) e teclados, para que possam “viajar” pelos cabos e multicabo até chegarem na sua mesa de som sem sofrerem interferências e perdas no caminho. Além disto, eles adeqüam estes sinais às entradas de baixa impedância de sua mesa.

Processamento

Feita a captação, os sinais chegam à mesa de mixagem onde tem inicio o seu processamento. Nesta fase o som passa por todos os aparelhos: equalizadores, compressores e eventuais crossovers até chegar nos amplificadores.

No processamento, o mais importante para a conservação da qualidade do sinal (além de não distorcê-lo por excessos de equalização) é manter uma correta estrutura de ganho. Ou seja, garantir que o sinal, originalmente bem captado, entre com o máximo volume possível na sua mesa – sem fazer distorcer a entrada (!) – e depois manter este nível por todo o trajeto através dos demais aparelhos até chegar ao(s) amplificador(es) de potência. A filosofia é parecida com a da fase de captação: Se você entra com um sinal muito baixo em algum ponto do processamento, ao tentar aumentá-lo depois, você estará aumentando também ruídos (como chiado) pois, na verdade, não há como recuperar toda a qualidade original de um som que ficou muito baixo em algum ponto e sua relação sinal ruído estará irremediavelmente prejudicada.

Projeção

A etapa de projeção é realizada por suas caixas de som que irão projetar o som amplificado sobre os ouvintes.

Aqui, o que se deve buscar é evitar, ao máximo, que o som seja projetado sobre qualquer outra superfície que não o seu destino final – os seus ouvintes. Para isto são necessárias caixas acústicas cuidadosamente montadas para terem uma projeção controlada. A razão é simples. Superfícies refletoras, como paredes, acabarão refletindo o som de volta ao ambiente de maneira não uniforme aumentando o campo reverberante. Quanto maior o campo reverberante, menor será a nitidez e a compreensão da palavra falada ou cantada.

Acústica

O som projetado pelas caixas acabará sendo alterado pela acústica do ambiente. Quanto menor e mais uniforme for a alteração, melhor a acústica. É nesta última fase que o som, originalmente captado pelos microfones, pode, por problemas de posicionamento ou excesso de volume, encontrar um caminho de volta aos mesmos sendo realimentado e causando a chamada microfonia.

A acústica é a responsável pela existência da chamada reverberação – uma série de rápidos reflexos do som que se confundem com o som original e que, portanto, devem ser evitados pelas razões descritas no elo anterior.

Na verdade uma certa reverberação é permissível e até desejável para melhorar a apreciação da música. É importante que se saiba, porém que a existência de um campo reverberante de intensidade e duração apropriados não se encontram por acaso – e quando não são partes integrantes do projeto original de um auditório, raramente podem ser corrigidos de maneira total sem que se tenha de gastar muito em materiais acústicos. (Tipicamente, gasta-se quatro vezes mais para consertar erros acústicos do que se gastaria para se projetar e construir corretamente um ambiente.)

Mais uma vez vemos a importância do envolvimento de profissionais qualificados desde a fase de projeto!

 Fonte: David B. Distler 




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sábado, 31 de agosto de 2019

Pré-Ampli e Equalizador saiba a Diferença

São duas coisas com características totalmente distintas, e com objetivo diferente na música, mas um completa o outro.
O Pré-Ampli ele nada mais é que um amplificador para aumentar o volume de sinal. Ele ajuda a timbrar o equipamento que esta sendo ligado nele Ex: Instrumentos Musicais.
O Equalizador caracteriza-se por ter filtro sintonizados em frequências de operação, falando de EQ gráfico. O principal objetivo de um EQ é justamente alinhar um sistema de som ou ajustar algumas perdas de frequência de algum instrumento que o ampli não proporcionam. Neste artigo irei abordar pedais préamp e equalizador.

As vezes tem se uma confusão de qual é a realmente função, e as vezes são confundidos as suas aplicações, o músico precisa elevar seu sinal pois utiliza um instrumento "Passivo" ele opta por um pedal EQ pois tem botão de volume, o botão de volume ele ira aumentar o Volume SPL do instrumento, mas o que ele precisa realmente é que aumente o volume de entrada um "Gain" isso o pedal préampli proporciona pois ele é um amplificador, um amplificador no pedal, junto com os controloes de Agudo, Médio e Grave, dá a textura, e o timbre no instrumento, e aumenta o sinal do instrumento, um EQ estaria mais para completar alguma frequência que o ampli não esteja proporcionando bem, ou que tenha alguma irregularidade no som que não lhe agrade. E um ótimo pedal  para boost na parte do solo.

Para entender melhor a função "Gain" ele é um seletor que aumenta a amplitude do sinal senoidal. Essa função permite atenuar ou reforça o sinal que esta sendo trabalhado.
Obs: equipamento com alto nivel de "gain" pode acabar distorcendo,  prejudicando o som do equipamento e uma possível queima!

A equipamentos com préamp, como Mesa de som Direct Box ativo, instrumento ativo, é importante que ao usar um equipamento ativo ex: um baixo ele tem um préamp dele, ele sera ligado numa mesa de som ou cubo que tem um pré, junto também sera ligado um pedal de pré,  ai temos três preamp isso sem contar com as caixas de som (ativas) caso ligue na mesa som.
O sinal ira ser aumentado 3x vezes mais, ao invés de você conseguir um som limpo e bem timbrado, irá acabar tendo uma alta amplitude das frequências, transformando um verdadeiro "bolo" de frequências  no seu som. Menos é mais! Indicado usar préamp num baixo passivo, que a característica é apenas para elevar um pouco o sinal do instrumento e nada mais.










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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Qualidades para um bom Técnico de Som



Para ser um bom técnico em áudio, evidente que é necessário ter domínio sobre os equipamentos utilizados e sobre a teoria de áudio. Quanto mais o operador souber disso, melhor ele será. Entretanto, o técnico de som de uma igreja também recebe um chamado do Senhor para esse trabalho. E o trabalho do técnico de áudio é exatamente montar a base da igreja, onde se apoiará todo o louvor e a pregação da Palavra.

Há algumas qualidades inerentes à pessoa do operador que também são necessárias para que tudo funcione bem.

como: responsabilidade, dedicação, compromisso, comprometimento, pontualidade, zelo, organização, planejamento e estudo.  



Responsabilidade: O Técnico de som de uma igreja também recebe um chamado do Senhor para esse trabalho. E o trabalho do técnico de áudio é exatamente montar a base da igreja, onde se apoiará todo o louvor e a pregação da Palavra. E por isso  cuidar o melhor possível daquilo que lhe foi confiado como sua responsabilidade!

Dedicação:   Dedicar-nos ao som é termos compromisso com a Obra, sermos pontuais, zelosos, organizados e também dedicação em querer aprender, estudar sobre o assunto, querer cada dia nos aperfeiçoar para fazer nosso trabalho melhor ainda.

Compromisso: Quando somos chamados para a tarefa de sonorização na  igreja,, estamos assumindo um compromisso com o Senhor Deus, é bom lembrar ao Líder disso as vezes ele esquece!

Comprometimento:  Uma pessoa comprometida com o seu trabalho é uma pessoa confiável. É uma pessoa que não vai ficar à toa em frente da televisão enquanto há uma igreja precisando de alguém para operar os equipamentos. É uma pessoa que, se estiver doente ou com provas na escola ou faculdade, ainda assim vai estar preocupada com a sonorização do culto.  Claro que nós temos as nossas atividades materiais, aulas, viagens, família, etc. Mas ser comprometido com o trabalho do som não é deixar de fazer as coisas para cuidar do som, mas é ter preocupação com o trabalho. E você ganha mais credibilidade com seu líder que é muito importante. 


Pontualidade:  É simples: o técnico de som é o primeiro a chegar e o último a sair da igreja. Primeiro a chegar, porque o técnico tem a função de montar os equipamentos, testá-los e deixar tudo funcionando antes dos músicos e dos cantores.

Montar antes dos cantores e músicos tem várias vantagens:

a) Você terá um espaço livre maior para trabalhar. Com muita gente, você terá que ficar pedindo “licença” às pessoas o tempo todo.

b) Quando os músicos e cantores estarão lá, cada um ficará pedindo alguma coisa para você. Um cabo, uma extensão, pedestal, microfone. Se você não tiver montado suas coisas ainda, você ficará “perdido” entre tantas responsabilidades.


Zelo e Organização: Quanto custa o equipamento  ao qual você é responsável? Quanto vale um microfone, um cabo? Um pedestal? Quanto custa os materiais usado em um evento para milhares de pessoas? Um sistema de som pode chegar à casa das dezenas de milhares de reais, tudo comprado com o dízimo que os irmãos dão.


Dentro de uma igreja, o técnico  de som precisa zelar pelo cuidado e conservação. Limpeza com pano  úmido,  passar um pincel para tirar a poeira, cobrir os equipamentos. Verificar sempre o estado de cabos, refazer as soldas necessárias, levar os equipamentos para a manutenção, etc.
Relacionado: https://sornorizacaoaservicodaigreja.blogspot.com/2019/08/limpeza-e-conservacao-dos-microfones.html

Orientar os músicos ao guardas os instrumentos (caso for deles), ter cuidado para não haver problemas como: quebra no braço (violão, guitarra, baixo), empenamento, oxidação nos pratos, etc...


Além disso, o Técnico deve manter um inventário de todos os equipamentos disponíveis. Uma lista de todo o material disponível, contendo marca e modelo e as quantidades. Esse inventário deve estar afixado no local onde os equipamentos são guardados na igreja. Essa lista (o inventário) tem que ser regularmente conferido, para ver se nada está faltando. Outra coisa importante para igrejas que tem equipe de som, e os técnicos são escalados por culto, fazer um check list dos equipamentos, para se ter um controle de manutenção preventiva dos mesmos. 


Planejamento:  E importante que o Técnico saiba fazer planejamento de estrutura, equipamentos que vai ser usado, etc...mas nada impede dele contratar empresas para fazer isso, mas é importante fazer um planejamento para que no final corresponde aquilo que você estava esperando.
Fazer um evento especial, seja um casamento ou uma grande reunião, exige uma boa dose de planejamento. Quanto maior o evento, maior o planejamento deverá ser.

Quando falamos em um grande evento, para centenas, milhares de pessoas, então teremos muito o que planejar. Algumas perguntas que terão que ser feitas:


  •  Qual data, horário e duração do evento?
  •  Qual o público estimado?
  •  Quantas e quais as pessoas da equipe de som?
  •  Qual o equipamento que deverá ser providenciado?
  •   Quantos músicos e cantores estarão envolvidos?
  •   Alguma necessidade especial a ser atendida?

Estudo:   Entenda estudo como a necessidade contínua de aprimoramento. Não é porque uma pessoa é excelente médico que ele não vai querer se aprimorar, estudar, conhecer novas técnicas. Na verdade, é por querer sempre se aprimorar que será um excelente médico.

O técnico precisa estar sempre estudando. Novos equipamentos são lançados, novas marcas, produtos mais baratos. Algumas soluções serão encontradas, etc. Hoje no mundo da tecnologia tem varias apostilas e videos no youtuber com treinamentos, cursos e dicas de sonorização.




Importante mas muito particular de congregação para congregação   um bônus para melhorar ainda mais o desempenho de um Técnico de Som. Ter a "ATENÇÃO"
Em Números 24:16 temos “Fala aquele que ouviu os ditos de Deus, e o que sabe a ciência do Altíssimo, o que viu a visão do Todo-Poderoso, caindo em êxtase, de olhos abertos” 
Esse trecho nos relata a história de um servo de Deus, que andava em comunhão com o Senhor, mas de olhos abertos. Significa para nós alguém que está em comunhão, mas que está também vigilante.   O técnico precisa ser assim. Atento a tudo o que acontece, mas em comunhão com o Senhor. Deve estar de olhos no pregador, sempre, como também atento aos instrumentistas e cantores. evitar de conversas paralelas, desvio de atenção, e focalizado sempre na condução do culto, sempre ligado caso precise de uma assistência de um músico que o cabo não funciona ou retorno que não estão se ouvindo.


OBS: muito se faz, principalmente nas igrejas de poucos recursos financeiro a tal famosa "Gambiarras" Isso só prejudica o andamento das reuniões da igreja, mostrando que Deus não merece do bom e do melhor, tem igrejas que tem problemas financeiros e equipamentos de áudio são caros, mas se você deseja que Deus o abençoe grandemente, é preciso que você lhe ofereça do bom e que você de o seu melhor."Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”. Marcos 12:44 Jesus menciona aqui uma mulher viuvá pobre que deu como oferta duas moedas de core de pouco valor, enquanto os ricos estavam dando o que sobravam, então Jesus disse aos seus discípulos que essa mulher deu o maior valor de oferta. Deus ele quer o seu melhor para ele nada mais!
Deus não deixa ninguém desamparado e só "Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares." 
Josué 1:9
Deus aqui   fala que ele é contigo nas suas áreas e que pretendes fazer, então faça campanhas, cantinas, bazares,   fale para Deus o seu proposito disso tudo, ele te ouvira e te abençoara.





Essas características são necessárias, e devem ser buscadas diligentemente. Um técnico de som que as reúna com certeza será excelente no seu trabalho para o Senhor Deus. E o Senhor o retribuirá, com certeza, abençoando a sua vida.





Obrigado pela visita, duvidas, esclarecimentos? pergunte estarei disposto a compartilhar com você meu conhecimentos técnicos e abranger mais ainda esse mundo do áudio. Deus Abençoe

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Monitoração In Ear - Pouco Auxiliar

Monitoração In Ear (fone de ouvido) talvez seja a solução mais eficaz para minimizar o alto ganho de volume (SPL) que tem nas igrejas, como não é um costume encontrar isso nas igrejas de porte médio a baixo (falo de tamanho e estrutura), cabe ao técnico da igreja fazer esse projeto junto com a diretoria da igreja e solucionar esse problema, mas a maioria das vezes você tem na igreja um Ministério de Louvor com 8 pessoas entre cantores e instrumentistas.

ai a pergunta: como utilizar retornos In Ear (fone) com poucos auxiliares? esse artigo estarei demostrando através de três amplificadores diferentes como monitorar essa turma toda.




Amplificador de fone Mackie HM4000
Este Amplificador possibilita você a ter 4 saídas independentes para fones, com regulagem de agudo e grave em cada canal
.

Amplificador de fone Power Click Color



Este Amplificador já possiilita apenas uma saída para fone individualmente, mas utilizando a saída Out2 você pode conectar a um outro amplificador de fones utilizando apenas uma saída auxiliar.


Amplificador de fone Mackie HM4

Já esse amplificador ele tem apenas uma entrada que vem direto da mesa de som, mas te possibilita a quatro saídas de fones (é uma boa para vocais, com igrejas de pouquíssimos recurso).







Existe varias formas, mas estarei explicando duas formas  utilizando esses três tipos de amplificadores.

Obs: È importante que ao utilizar monitoração (fone) sempre utilizar amplificadores de fone, para não dar curto na saída auxiliar da sua mesa de som.



Com amplificador HM4000 da Mackie ele possibilita você a usar até quatro  saídas individuais para Monitoração. Mas imaginemos que na igreja tem 4 cantores e 4 instrumentistas, nesse caso não iria dar para monitorar as oito pessoas então é preciso fazer uma ligação diferente. vejamos:



1)Ligue o Violão na entrada do D.I (Direct Box) e na saída link conecte na entrada Aux in no amplificador de fone.

2)Na saída do Diret Box conecte no canal da mesa de som (Mic IN)

3) Na saída Auxiliar entre na Main IN do amplificador de fone

4) no controle "Balance" você faz a mix do seu instrumentos com os outros girando para esquerda mais volume para seu instrumento e direita para o resto da banda.

5)No circulo amarelo você ajusta se quer estéreo ou mutar o L ou R



Aqui podendo observar as conexões e utilizando três via auxiliar que a mesa proporciona. A ateria usando monitor de chão.



Agora usando o Power Click e o HM4, esses são mais simples mas muito utilizados pela sua simplicidade e resolver pequenos problemas, o Power Click ele possibilita você conectar um fone, mas podendo conectar com outro e utilizar quantos quiser em uma via auxiliar.

o HM4 ele tem uma entrada apenas,  mas podendo enviar quatro via de fones.

vejamos abaixo:



1) Conecte o instrumento na entrada IN do power click.

2) Na saída Out2 conecte no Direct Box e o Direct manda para canal da mesa Mic IN

3) Out  conecte na entrada INPUT no amplifiador HM4

4) Na entrada IN2 ela vem do auxiliar da mesa de som ou de outro power click 

5) Na saída Out2 você envia para um outro power click ou amplificador de fone


Há diversas possibilidades, o amplificador HM4000 ele na sua parte de trás você consegue enviar 8 vias de fone em duplas, mas isso e outra forma de monitoração, o real e sempre fazer monitoração individualmente, e sempre deixar um retorno de chão para a bateria caso o instrumento não esteja todo fechado dentro de um aquário.






Obrigado pela visita, duvidas, esclarecimentos? pergunte estarei disposto a compartilhar com vocês meus conhecimentos técnicos e abranger mais ainda esse mundo do áudio. Deus Abençoe

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Splitter - E suas possibilidades

È um equipamento que serve para você dividir um sinal de entrada em dois ou mais sinais de saída.
as suas características é um circuito passivo, não tem entrada de tomada, o sinal do jeito que chega para ele, sai transmitido  o mesmo, se alguma coisa vem para ele, é repassado.



Ex: um microfone capacitivo ele precisa de phantom power, se a mesa tiver phantom power ele vem através do cabo e vai alimentar o microfone  o equipamento não vai fazer qualquer tipo de restrição, tanto do sinal que entra como o que sai, ele  é um equipamento passivo não interfere no fluxo.

como usar o splitter:
Conecte o Microfone ou instrumento na entrada INPUT do Splitter, atrás conecte nas duas saídas para onde vai ligar, ex: mesa de som principal "P.A" e outro para o gravador ou outra mesa de som para "monitores".
Esse equipamento possui chave   de LIFT/GND    para problemas de interferência externa ex: pegando sinal de radio ou zumbido de loop de aterramento.






com a chave Link 1-2 você tem a possibilidade de dobrar o envio para um único canal de entrada ou misturar dois canais de entrada em um sinal de saída combinado.



Para mesas de som com poucos canais, a função LINK pode ajudar na sua conexão com os equipamentos, instrumentos musicais,  microfones.
ajudando na hora do  louvor da sua igreja

veja abaixo:



  
Tecnicamente a função Splitter e bem parecido com a Medusa Multicabos, mas se tratando de organização e baixo investimento ela seria o melhor opção para o uso, ja que ela consegue fazer outros tipos de ligações.







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Conexões de Equipamentos - Mesa de Som

Conectando: PC, Notebook e CDJ 


Nas Igrejas são comuns a utilização de playbacks, talvez por falta de músicos  ou ser mais práticos, bom...mas é sempre utilizado, como ligar um computador ou smartphone na mesa de som isso acredito que todos sabem, mas esse artigo vou estar apenas dando dicas de como fazer uma ligação mais eficiente e utilizar os equipamentos mais adequados e se organizar antes do culto.

Na maioria das masas de som você encontra as conexões em "RCA" CD/tape, L/R, isso permite que vc entra com algum equipamento de áudio ou você envia para algum equipamento por ex: Gravador DAT.

                                 

Esse é um tipo de ligação mais comum, mas podemos fazer a ligação por USB, ou canal Line IN da mesa, tanto como estéreo ou mono.
Aos equipamentos utilizados é sempre bom usar aquele que te dar maior organização ao selecionar as músicas, e visualizar qual esta tocando e qual sera a próxima, evitando de tocar a errada e o irmão la na frente gritar É O 5 VARÃO!!! ou até mesmo a pessoa esquecer a faixa e fazer você passar o começo de todas para ele poder ouvir qual é, e nem se fala de trazer o CD riscado ou arranhado e colocar a culpa em você rsrs...ou até mesmo você passar o playback direto da internet "youtuber" e o sinal wi-fi cair travando a música ou pular para uma propaganda...vergonhoso né...alguns equipamentos não aconselho a utilização dele, mas todo caso é um caso.


 O DVD é um aparelho que as igrejas utiliza bastante para tocar o playback, mas é um  aparelho que não recomendaria pelo fato a demora de ler o CD de alguns não ter o botão de controle no aparelho e depender do controle remoto,  que a maioria das vezes depois de um tempo de uso alguns botões começa a falhar, assim trazendo um pouco de transtorno no culto.



 O Smartphone pela sua praticidade de conexão e até mesmo por ser fácil o manuseio e todos terem, o Smartphone talvez seja o aparelho mais usado nas igrejas para Playback,até mesmo se não para fazer sonoplastia também.
por ser uma aparelho pessoal fica difícil você criar uma pasta de músicas, ou  baixar no seu aparelho, ocupa espaço e as vezes você não tem aquele cartão de memoria bom, e para a igreja comprar um Smatphone apenas para isso, seria melhor um notebook ou PC.
 tem muito também de pegar as músicas baixadas com qualidade baixa direto de aplicativos, sugestão e sempre formato MP3 no minimo 128 kbps para cima, nunca abaixo disso, recomenda-se usar em 192 kbps. 




Agora aparelhos mais aconselháveis  como:

PC (computador de Mesa)
Notebook
CDJ
IPOD
Tem a sua melhora tanto na leitura rápida de um CD, todos aceita Pendrive tirando o IPOD, são práticos  você consegue visualizar a musica que esta sendo tocada facilmente, são aparelhos mais para o lado coletivo, e tirando o IPOD podem ser instalado softwares para complementar no louvor ou na música que esta sendo tocada. Coloquei o Ipod justamente por ser um aparelho que apenas toca MP3 e MP4, não faz ligação e nem recebe chamadas ou mensagens.
com esses aparelhos podem ser feito varios tipos de ligação a mesa de som mas abaixo selecionei os mais comuns que são feitos.

PC (computador de Mesa) > conexão cabo USB direto na mesa de som. > saindo no CD/Tape OUT e entrando na ligação Line In do PC.
Obs: instalar o drive da mesa no PC para poder reconhecer o sistema.

NoteBook  >  conexão cabo USB direto na mesa de som. > saindo do Phone e entrando em dois canais line mono ou estéreo da mesa de som. 
Obs: nos canais mono ajustar o "PAN" para esquerda e outro para direita para a ligação sair em estéreo.

CDJ > saindo na conexão RCA e entrando na mesa de som CD/Tape IN

 IPOD > saindo do Phone e entrando em dois canais line mono ou estéreo da mesa de som.   




Para eventos ou Festas


Em eventuais circunstancias acabamos sendo Dj's também e para isso utilizar equipamentos certos não seria uma coisa ruim, pelo contrario só agregaria.

agora utilizando uma controladora de DJ, CDJ e MixerDJ e enviando tudo para a mesa de som principal.

Notebook > conectar USB> controladora> enviando pela In cd/tape da mesa de som. (programas como Virtual DJ substitui a controladora).


CDJ > saindo no output e entrando no canal A ou B da  mixerDJ > saindo output e entrando no cd/tape in da mesa de som principal.





São apenas alguns recursos práticos e melhores para a projeção da melhor forma para sua igreja.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Entradas da Mesa de Som - MIC IN e LINE IN

 Em sonorização, basicamente temos dois tipos de fontes sonoras que ligamos nas mesas de som: microfones (para voz ou para instrumentos, de qualquer tipo)  e instrumentos (aqueles que não são microfonados; que tem captadores eletromagnéticos.  


Microfones e instrumentos produzem sinais elétricos. São esses sinais elétricos que são enviados à mesa de som, que serão processados e depois amplificados, gerando o som que sai das caixas. Só que as medidas dessas energias são bem diferentes, muito diferentes.

Microfones conseguem produzir tensões de sinais entre -52dBu a -10dBu (dBu = medida de tensão elétrica na cada dos miliVolts). Isso representa valores de 2miliVolts (0,002V, se preferir) a até 245mV (0,245V), e é conhecido como “nível de microfone”. Instrumentos, por sua vez, produzem sinais entre 0,245V a valores de vários Volts. Um teclado eletrônico ou uma guitarra com pedaleira pode produzir até 5V na sua saída de áudio, valor este que depende da implementação que o fabricante deu ao seu equipamento.

 Fonte: Artigo Níveis de Sinal de Áudio, de David Fernandes.




Diante de sinais tão diferentes entre si, a solução encontrada pelos fabricantes de mixers e consoles foi implementar entradas também diferentes. Assim, na grande maioria dos equipamentos, encontramos duas entradas de conexão distintas nos canais: MIC IN e LINE IN. Mic In preparada para receber sinais elétricos do nível de microfone e Line In preparada para receber sinais de instrumentos ou qualquer outro tipo de equipamento.




Obs: Cabe ressaltar que, apesar de existirem duas entradas independentes,  só funciona uma única entrada por vez. E se por algum erro conectarmos equipamentos nas duas entradas, somente o que estiver no LINE IN funcionará.




Após entrar na mesa, esses sinais são encaminhados a circuitos chamados de amplificadores operacionais (ou “ampops”, mas são mais conhecidos como “pré-amplificadores” ou simplesmente “prés”), e são devidamente elevados (em alguns casos, atenuados) a um valor de voltagem que a mesa de som consegue manejar. Note que os pré-amplificadores de microfones fazem um trabalho muito mais árduo que os pré-amplificadores de linha, já que precisam elevar o baixíssimo sinal de microfone para um valor bem maior. 

Fonte: Fernando Bersan






Mas, se é para ligar os instrumentos na entrada LINE IN, por que não dar o nome de INST IN? Ou GUITAR IN? Ou por que não outro nome qualquer, que se referisse a instrumento?



Porque na verdade, essas entradas não aceitam somente instrumento, mas todo e qualquer equipamento que não seja microfone. É possível ligar no LINE IN instrumentos musicais (elétricos e/ou eletrônicos), mas também aparelhos de DVD, CD-Player, Televisão, vídeos cassete, mesas de som, outros equipamentos de áudio, etc.



Na verdade, o "nível de linha" (referente a Line) aceita sinais de -10dBu (0,245V) a até +30dBu (24,5V). Equipamentos que trabalham com sinal de linha trabalham com esses valores, em geral, apesar de depender da implementação de cada empresa. Mas não se espante se ler no manual que a entrada de linha de uma mesa de som aceita “apenas” até 5V  esse é o valor mais comum em instrumentos, por isso essa implementação.

 Fonte: Fernando Bersan







Em mesas de som mais simples, voltadas para o mercado amador, mas (infelizmente) muito usadas em igrejas menores/mais simples, as entradas MIC IN e LINE IN, apesar de independentes, são ambas equipadas com o mesmo tipo de conector: P10.

Nestes casos, é muito importante observar que os cada tipo de fonte sonora seja encaminhado à entrada correspondente. Microfone para o MIC IN, Instrumento (ou qualquer outra coisa que não microfones) para o LINE IN. daí veio aquela questão que baixo elétrico ligado na mesa de som direto queima! A pessoa ao invés de conectar na entrada LINE IN, conectava na entrada MIC IN. 

Os sintomas típicos de ligação errada são clássicos, Microfones ligados às entradas LINE IN não tem praticamente volume algum, mesmo tudo no máximo (ou fader e ganho no máximo). Por outro lado, instrumentos ligados na entrada MIC IN ficam com um volume enorme, mesmo com um pouco só de volume aberto. O fader um pouco mais aberto e o sinal já começa a distorcer (clipping), até mesmo acendendo as luzes de Clip ou Peak (se existirem) do equipamento.

O que acontece é que o pré-amplificador de microfone multiplica o sinal grandemente, enquanto o pré-amplificador de linha multiplica pouco (às vezes, até atenua) o sinal. Só que os prés amplificadores não sabem o que está ligado no conector de entrada correspondente, logo… 

A Yamaha foi das umas que adotou  usando em alguns mixers os conectores  "Combo", um tipo de plugue que aceita tanto o XLR quanto o P10. aaixo do plugue, uma chave para seleção de nível:  "PAD"  Ela nada mais é que uma resistência colocada em série com o caminho do sinal, que proporciona uma atenuação reduzindo a “força” do sinal de linha, tornando-o compatível com sinais de microfone,atenua em -20db.  Na foto abaixo temos um exemplo disso Yamaha MGxu.  





Quando os instrumentos estão instalados próximos da mesa de som, a solução é simples e fácil: conectar tudo no LINE-IN, e pronto! Quando estão longe da mesa (distâncias de dezenas de metros), essa distância traz problemas. É aí que entra um tipo de equipamento chamado Direct Box.  

Saber mais sobre Direct Box                       https://sornorizacaoaservicodaigreja.blogspot.com/2019/03/direct-box-ou-d.html

As entradas MIC IN tem impedância típica de 600 Ohms (baixa impedância), enquanto as entradas LINE IN tem alta impedância, geralmente em valores entre 10KOhms (10.000 Ohms) e 50KOhms.

Já os microfones tem impedâncias baixas, geralmente entre 50 até 1000 Ohms, enquanto os aparelhos e instrumentos musicais tem saídas cujas impedâncias variam entre 5K a até 100KOhms. Fonte: Fernando Bersan




Resumo:


 Se ligarmos um microfone na entrada LINE IN da mesa de som, não há nenhum risco, mas não haverá volume suficiente para o sistema funcionar.

  Se ligarmos a saída de um equipamento ou instrumento na entrada MIC IN da mesa de som, temos os seguintes problemas:


  1.  descasamento de níveis de sinal, com possibilidade de queimar o pré-amplificador do    canal da mesa;
  2.   risco de problemas com o Phantom Power (pode queimar o canal da mesa ou a saída    do instrumento) causado por uso de cabo fora de padrão;
  3.  perda de sonoridade, em geral com prejuízo nas altas frequências, causado pelo     descasamento de impedâncias e distorção do som. "CLIP"

Nada disso ocorre quando ligamos os instrumentos na sua entrada padrão, a LINE IN. Entretanto, em caso de necessidade ( grande distância entre músicos e a mesa de som, em geral), a solução é usar Direct Boxes.

Entrada MIC IN – ligue nela tudo o que for microfone, inclusive os sem fio
Entrada LINE IN – ligue nela tudo o que não for microfone!




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