quarta-feira, 12 de junho de 2019
Curiosidades no Mundo do Áudio
Homem rompe a barreira do som ao saltar da estratosfera
Felix Baumgartner saltou de uma altura de mais de 39 mil metros e atingiu a velocidade de 1.173 km/h. "Foi mais difícil do que esperávamos", afirmou o atleta
Fonte: Época
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Resenhas na Sonorização Parte I
Isso realmente acontece...
hahaha...realmente temos verdades ai
Putz!! nem me fala rsrs...
sim chore muito, mas muito mesmo!
Opa!! né!!
kkkkk...
Tadinho :(
BOA!!!
Ele vê tudo, não se esqueça!
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Curiosidades no Mundo do Áudio
Heinrich Hertz
O Homem por trás de uma grande descoberta a existência da Radiação Eletromagnética
Heinrich Rudolf Hertz foi um físico alemão que nasceu no dia 22 de fevereiro de 1857, em Hamburgo. Durante seu estudo básico, ele sempre se interessou por ciência, e tal interesse conduziu-o a ingressar na faculdade de Física da Universidade de Berlim em 1878. Em 1880, Hertz tornou-se assistente do professor Von Helmholtz, realizando estudos sobre a elasticidade e a capacidade de transmissão de energia elétrica dos gases.
Hertz dedicou-se a estudar aquelas ondas e percebeu que elas possuíam a mesma velocidade de propagação da luz, mas com comprimento de onda muito maior. Além disso, o cientista detectou a refração, reflexão e polarização, todos fenômenos característicos das ondas.
As descobertas de Hertz abriram caminho para o desenvolvimento das tecnologias de radares, rádio e televisão. Como homenagem ao físico, a unidade de medida adotada pelo Sistema Internacional de Unidades (SI) para a frequência das ondas é a unidade hertz (Hz), que significa oscilações por segundo.
Hertz teve uma morte prematura, aos 36 anos de idade, no dia 1º de janeiro de 1893, na cidade alemã de Bonn.
domingo, 26 de maio de 2019
O que é DRT e como tirar ?
DRT quer dizer Delegacia Regional do Trabalho, mas também vem sendo usado como nome do documento de Registro Técnico, para mais facilmente interagir com os profissionais.
“Ter” um DRT, como a maioria diz, significa ser registrado profissionalmente, ter sua profissão regulamentada na sua carteira de trabalho. Resumindo: teoricamente, se você “TEM” um DRT, significa que você é profissional habilitado a exercer uma função técnica.
Esse registro, na Carteira de Trabalho, está para o Técnico / Operador de som, assim como o número do CRM para o Médico.
É isso mesmo: as profissões de Técnico e Operador de Som são regulamentadas e estão sujeitas às leis trabalhistas. LEI Nº 6.533/78.
Pela Lei 6.533 de 1978, que regulamenta a profissão de artistas e técnicos, somente profissionais com este registro podem ser contratados para trabalhar em TV, cinema, teatro ou publicidade.
Apesar de, no mercado do Show Business, ainda se permite que profissionais sem registro trabalhem, mas, tudo leva a crer que em breve esta realidade vai mudar.
Na verdade, caso não “tenha” o DRT, o técnico não pode ser contratado para nenhum trabalho como profissional e também não poderá atuar em órgãos públicos.
Um dos órgãos que faz essa verificação para habilitar os profissionais com o DRT é o SATED, Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões. A entidade, presente em todos os estados do Brasil, está em ligação direta com o Ministério do Trabalho, que é o órgão que expede os registros.
O Sated de São Paulo foi pioneiro no reconhecimento do novo mercado que surgiu, pois, há alguns anos, essas profissões (Técnico e Operador de Som eram somente ligadas à área teatral).
Para a obtenção desse registro, portanto, é necessário estar realmente habilitado por um curso de áudio (apresentar certificado de conclusão), currículo bem estruturado em uma dessas áreas, além de algumas vezes ser necessário passar por prova escrita ministrada pelo conselho de capacitação, com média de aprovação 7,0.
Após esse procedimento, basta assistir à palestra sobre as leis que regem as categorias profissional e receber o CCP, Certificado de Capacitação profissional.
Com esse documento em mãos, somado à carteira profissional, cédula de identidade, título de eleitor, certificado de alistamento militar etc., o Ministério do Trabalho carimba na Carteira profissional o (s) DRT (s) especificado (s) no CCP. Esse registro coloca os profissionais na legalidade.
O mais importante, contudo, é que está sendo uma consciência entre os profissionais da área, pois os órgãos públicos, como prefeituras, por exemplo, não estão contratando trabalhadores sem DRT, já que assim é a lei. Existem no Brasil outras entidades e associações que pretendem unir as categoria Operadores de Som.
Observação: O SATED ele é o sindicato que homologa a função de Técnico de Som/Operador para eventos, teatro, casas de show, existe outros sindicatos com relação a Operação de Som como: SERT (Sindicato de Empresas Radio e televisão) para trabalhar em Radios e sistemas de TV e o SINDICINE (Sindicato dos Trabalhadores na Industria Cinematográfica e do Audiovisual). para trablhar em cinemas e telenovelas. então cada categoria de trabalho tem seu Sindicato mesmo exercendo a função de Técnico/Operador de Som.
para mais informações SATED SP: https://www.satedsp.org.br/drt/como-funciona/
Deus Abençoe
Observação: O SATED ele é o sindicato que homologa a função de Técnico de Som/Operador para eventos, teatro, casas de show, existe outros sindicatos com relação a Operação de Som como: SERT (Sindicato de Empresas Radio e televisão) para trabalhar em Radios e sistemas de TV e o SINDICINE (Sindicato dos Trabalhadores na Industria Cinematográfica e do Audiovisual). para trablhar em cinemas e telenovelas. então cada categoria de trabalho tem seu Sindicato mesmo exercendo a função de Técnico/Operador de Som.
para mais informações SATED SP: https://www.satedsp.org.br/drt/como-funciona/
Deus Abençoe
sexta-feira, 24 de maio de 2019
Baixo Elétrico ligado em Linha
O baixo é indispensável fazendo ligação entre os instrumentos ritmicos e harmônicos, o baixo junto com a bateria empurra banda para dentro. O baixista tem a responsabilidade de tocar as notas nas cabeças do compasso (tônicas) que definem a função do acorde.
Um baixo fora do compasso pode fazer um estrago irremediável. Os outros instrumentistas, muitas vezes, têm mais facilidade de disfarçar uma dúvida tocando algo mais melódico. O baixista normalmente tem que apresentar a nota no primeiro tempo.
Por um lado, o baixo também tem o poder de colocar balanço na levada, inserindo grooves interessantes, invertendo os acordes que fazem as ligações dentro da harmonia. Por outro lado, tente tirar o contra-baixo de uma música e você vai experimentar uma sensação muito esquisita, como se o chão saísse de debaixo dos pés. E é isso que muitas vezes o baixo é: o chão. fazer uma ligação em linha (mesa de som), as vezes não é recomendável pois o timbre do baixo não fica muito em sua característica obrigando o técnico a colocar o baixo em um cubo amplificador. Mas dependendo de ótimos equipamentos o timbre do baixo pode ficar excelente em uma ligação em linha, utilizando os equipamentos certos e ótimas equalizações.
abaixo formas de ligar o baixo em linha:
1 - ligando o instrumento no input do cubo e saindo pelo Direct Out você pode conectar a saída num canal da mesa (Mic) possibilitando o baixo ligado nas P.As e o cubo como monitor (retorno).
Obs: alguns Cubos a saída out para mesa é desbalanceada, podendo causar ruídos ao ligar na mesa de som dependendo de uma certa distancia.
2 - saindo do baixo e ligando direto na mesa line input, entrada line espera equipamentos de alta impedância, sem correr o risco de queimar, ao contrario da entrada Mic que pode haver a queima do pré pois o mesmo espera instrumentos de baixa impedância ex: o microfone.
3 - com a utilização de um D.I você possibilita ligar o baixo numa entrada Mic, e ligando no cubo para monitoração (retorno). Alguns pedais de pré são D.I e tem saída Direct Out podendo ligar na mesa Mic Input
Obs: recomenda-se utilizar Utilize D.I's Ativos em Baixos passivos, eles corresponde bem em faixas de frequências dando um Up no nível de sinal do seu baixo, ligando um D.I ativo num baixo ativo podem causar uma enorme acoplamento em frequências graves, utilize D.I passivo de preferência.
Deus Abençoe
IN GOD WE TRUST
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Curiosidades no Mundo do Audio
Os 7 Microfones mais caros do Mundo
Os microfones mais caros do mundo. Qual o microfone dos seus sonhos ? Custa 900 reais, ou custa 2000 mil reais ? A Neumann Berlin e a AKG têm atualmente os microfones mais desejados do mercado.
Veja abaixo o top 7 dos microfones mais caros que existe.
7º Lugar Neumann U47
O FET U 47 foi fabricada 1972-1986 , e desde então tem sido firmemente estabelecida na faixa de microfones, utilizados por muitos estúdios bem conhecidos. Além de servir como um microfone solista , tornou-se lendária, especialmente para a gravação de instrumentos de baixo – pesado e para a microfonação direta de amps altos.
A L 47 coletores FET Edition é uma nova edição deste clássico, emitido no ano de 2014. Para isso, Neumann retomou a produção deste microfone clássico, de acordo com os documentos originais de produção e esquemas.
É fornecido com uma caixa de madeira de alta qualidade com embalagem especial sofisticado, e um certificado individual com o número de série do microfone.
Preço R$: 15.081,86
6º Lugar AKG C12 VR
O C12 VR é a referência multi- padrão de estúdio tubo de microfone condensador com nove padrões polares selecionáveis por um controle remoto . Entre engenheiros de som, o AKG C12 é considerado o Santo Graal dos microfones. Este microfone lendário , construído na década de 1950 é um dos mais famosos microfones de tubo na historia.
Preço R$: 18. 479,68
5º Lugar Neumann u87 Ai
O U 87 está equipado com uma grande cápsula de dual- diafragma com três padrões direcionais : omnidirecional, cardióide e figura -8 (bi-direcional). Estes são selecionáveis com um interruptor abaixo do headgrille . Um interruptor de atenuação de 10 dB está localizada na parte traseira .
Ele permite que o microfone para lidar com níveis de pressão sonora até 127 dB sem distorção. Além disso, a resposta de baixa frequência pode ser reduzido para compensar o efeito de proximidade.
Preço R$: 18.764,17
.
O M 149 Tube é um microfone dual- diafragma variável. O K 49 cápsulas – bem conhecido do lendário U 47 e M 49 microfones – é seguido por um funcionamento tubo como um conversor de impedância. Em contraste com os conceitos anteriores – utilizando um transformador – o tubo é complementada com um projeto de circuito de saída sem transformador . O Tubo M 149 pode , assim, alimentar cabos de microfone longos sem qualquer coloração. Dois interruptores de slides estão localizados abaixo da grande headgrille , acusticamente muito aberto. O interruptor na parte frontal permite a seleção um dos nove padrões direcionais. O interruptor na parte traseira opera um filtro passa alta de sete etapas . Ela permite que um muito ajuste fino da frequência de corte.
Preço R$: 19.100,30
O akg C24 estéreo estúdio microfone condensador possui todas as características proeminentes do microfone condensador C 12, mas é adequado para aplicações estéreo. Incorpora dois sistemas de microfone dispostos estreitamente uma sobre a outra , operando em saídas separadas . Dependendo da característica direcional selecionada e a posição dos dois sistemas de microfone em relação um ao outro , MS ou estéreo XY pegar é possível .
Preço: R$: 38. 838,29 Usado
2º Lugar Neumann M49b Clássico Vintage
O M 49 era um microfone tubo de diafragma grande multipadrão com uma nova e importante inovação : padrão de captação do microfone pode ser ajustado remotamente , por um mostrador na fonte de alimentação. Outra inovação foi a de que o microfone manteve quase igual sensibilidade e nível de saída através padrões – ao contrário do U-47 por exemplo , que era 5 dB mais quente em Cardioid de Omni, nível de saída Neumann M – 49Maintaining necessária uma mudança no circuito de tensão de polarização . Considerando o circuito da L – 47 desconectaria diafragma traseira da cápsula no modo cardióide , no M 49 ambos os diafragmas foram sempre polarizado – a frente a uma constante de 60V DC , e a parte traseira de 0Vcc para 120Vdc . Quando ajustado para Cardioid , a tensão do diafragma polarização traseira foi 0Vcc
Preço: R$: 40. 740,91 Usado
1 º Lugar Neumann M 150 turbo
O Neumann M 150 Microfone Tube é , um microfone condensador de tubo omni -direcional modificado
projetado para instrumento vocal e geral gravação no estúdio. Projetado após o clássico M 50 de microfone de tubo , o M 150 incorpora muitas das características em um microfone moderno. O M 150 possui um amplificador de tubo transformador baseado no M 149. Isso resulta em caráter sinal de áudio transparente quente, com um piso de ruído muito baixo
O diafragma de titânio da cápsula de pressão é 12 mm de diâmetro e é extremamente fina . Conforme solicitado
por engenheiros de topo , a cabeça – grade é formada apenas como aquele sobre o M inicial 50. A característica direcional do M 150 é totalmente original , o microfone possui um verdadeiro padrão omnidirecional em baixas frequências e se torna mais estreita, com médios e frequências superiores.
Preço: R$: 47. 121,67 Usado
Os preços variam de acordo com o dólar, pois os microfones são fabricados na Alemanha e na Áustria.
Referencia de preços: ebay.com
São Microfones usados em estúdios por grandes artistas e bandas internacionais de nome, muito difícil encontrar esses microfones em aplicações ao vivo.
Deus Abençoe
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Cabos: Balanceados X Desbalanceados
Uma das duvidas mais frequentes entre os profissionais do áudio é trabalhar com caos balanceados ou não. Mas para que se possa utiliza-los da melhor maneira possível, é preciso entender o funcionamento de cada um, Os não-balanceados possuem dois condutores, um no potencial do aterramento e outro responsável pela condução do sinal. Geralmente os equipamentos que utilizam esse tipo de conexão operam em nível de -10DBV. Os balanceados empregam dois condutores ambos conduzem o mesmo potencial de sinal, mas com polaridade invertida em relação um ao outro. As conexões que possuem referencia de aterramento precisam de um terceiro condutor ou da malha de blindagem, que seria o responsável por isso.
A qualidade dos cabos balanceados são melhor. Além disso, são capazes de levar o sinal mais longe sem a interferência de ruídos. O uso do balanceado pode depender do tipo de instalação e dos equipamentos muitos não oferecem essa aplicação como cabos de guitarra e baixo por exemplo, o cabo utilizado em uma via ou seja desbalanceado.
Para organizar entre o palco e a house mix onde fica o técnico utiliza-se um multicabo(medusa) para facilitar a conexão e a organização de cabos, elas são caixas providas de conectores que por meio de multicabos interligam o palco com a house mix. Mas assim como cabos e conectores é preciso redobrar a atenção no momento da aquisição ou manutenção desses aparelhos.
Importante verificar o material e o acabamento e verificar se os plugs possuem uma boa conexão entre eles, além disso é preciso ficar atento a resistência a cada um deles, é muito comum acontecerem acidentes e deslizes, como pisadas, trancos, acumulo de poeiras e umidade, isso tem uma grande influencia na qualidade do áudio. A outros fatores que precisam ser analisados no multicabos como os tipos conectores que farão parte dela, para essa escolha é importante verificar a utilidades deles. Os tipos XLR são os mais aconselháveis, tanto como machos e fêmeas, mas é importante que a caixa tenha P10 também, balanceados e desbalanceados, alguns casos RCA.
Uma ótima opção e utilizar conectores combos XLR/P10 ele permite que você tenha a possibilidade de fazer uma das duas conexões que deseja. Os multicabos também precisam ser de boa qualidade geralmente são os que contam com um bom emborrachamento, e os que possuem a melhor malha trançada interna.
Deus Abençoe.
IN GOD WE TRUST
terça-feira, 21 de maio de 2019
A importância na Qualidade dos Cabos na Sonorização da sua Igreja
A noção de que o cabo de boa qualidade é uma parte importante da reprodução de som tem sido amplamente aceita entre os áudio entusiastas por um longo tempo, mas os músicos têm sido um pouco mais lento para aceitar isso. Neste artigo, eu gostaria de explicar como um cabo de qualidade pode fazer a diferença para o seu som.
mas antes intender uma informação muito simples mas muito importante, Impedância, o que seria? aquilo que impede, imagina um cano de 2 polegadas e outro de 4 polegadas qual deles vai passar mais água? ou um túnel com duas pistas e outro com 5 pistas, qual deles vai ter maior fluxo de carros, de transito, de movimento? é assim exatamente a impedância, quando você tem uma impedância muita alta como o nome diz você impedindo muito mais você esta fazendo uma resistência maior, então você tem um fluxo de sinal naquele cabo mas a impedância dele é muito grande fazendo que o fluxo de sinal realmente que passe por ele seja menor, não que tenha isso no menor volume que o resultado faça que você tenha menos sinal, mas como você esta impedindo muito mais daquele fluxo de sinal passar, para algumas situações para alguns casos você perde um pouco de qualidade, um exemplo disso o baixo elétrico, quando você tem uma cabo com uma impedância muito alto, você esta restringindo muito o som daquele sinal do baixo chegar pré amplificador, na mesa de som, na placa de áudio, e assim por diante. Isso por um lado é bom que você evita queime componentes de circuito analógico não que aconteça, mas pode acontecer e você ajuda a evitar para isso que existem os casadores de impedância, o que são os casadores de impedância? são os Direct Box ou (D.I) aquelas caixinhas que você pluga entrada de um lado saí com a saída do outro e ele casou essa impedância, o que é casar a impedância? ele equilibra a impedância para colocar aquele sinal numa impedância em que o baixo elétrico tenha um fluxo de sinal interessante sem ter a perda de frequencia ou o minimo de perda de frequencia grave possível e chegue na mesa de som que essa quantidade de sinal não queime uma resistência ou um capacitor e assim por diante, podemos entender que quanto maior a impedância do cabo grosseiramente falando menos sinal ele passa e consequentemente para algumas coisas para alguns sinais você pode perder isso em frequencia como exemplo do baixo, uma guitarra por exemplo faz um total diferença nas frequências medias e médias altas, isso por que com cabo de baixa qualidade que ja é não interessante e com a impedância muito alta você pode não ter aquele brilho aquela definição, aquele corpo e por um simples trocar de cabo você pode aquele som de guitarra que você tanto queria encorpado com presença, em sistemas de estúdio ou até mesmo ao vivo o cabo é o mais importante por que é ele que leva nosso sinal, ele quem transmite, ele quem faz o fluxo de sinal do nosso áudio, se nós tivermos um cabo de pouca qualidade, qualidade assim digamos mediana, o resultado final do seu som é mediano, agora se você tem um cabo impedância muito boa muito em equilibrada e você tem um cabo de ótima qualidade com componentes de qualidade o resultado final do seu áudio com certeza vai ser muito melhor.
![]() |
| Cabos XLR |
![]() |
| Cabo P10ou 1/4 e P2 |
Mas antes é importante conhecer outras características básicas que são importantes, para isso é necessário saber os parâmetros utilizados para classificar cada tipo de modelo.
Capacitância: é a capacidade do cabo para responder as mudanças na tensão e é medido em picofarad (pF) por metro. uma figura de cerca de 70 pF / m seria muito baixo para um cabo do instrumento.
Para fontes de alta impedância, como guitarras e baixos passivos, baixa capacitância traduz-se em melhor capacidade de resposta de freqüência. Além disso, como capacitância é medida por unidade de comprimento, um cabo mais longo terá mais capacitância do que um mais curto, por isso faz sentido usar apenas o comprimento de cabo que você realmente precisa.
Resistência: Medido em ohms por quilometro é um importante fator de determinação da capacidade de carregamento de sinal de transmissão pelo cabo. Os de resistência menor são melhores, pois não causam atenuação de qualquer especie.
Atenuação: medido em Db por metro, determina o nível de perda de transmissão.
Resistência: Medido em ohms por quilometro é um importante fator de determinação da capacidade de carregamento de sinal de transmissão pelo cabo. Os de resistência menor são melhores, pois não causam atenuação de qualquer especie.
Atenuação: medido em Db por metro, determina o nível de perda de transmissão.
Conectores
Qualquer conector de fabricantes conhecidos e de boa qualidade irá funcionar bem. Em geral, não há realmente nenhuma necessidade de desperdiçar dinheiro com conectores banhados a ouro. Além do mais, você irá ligar o seu cabo de ouro em outro conector de metal por exemplo, portanto, qualquer benefício que o ouro pode ter é em grande parte perdido.
Mas em contra partida a razão por optar pelo ouro em algumas aplicações não é pela excelente propriedade condutora, mas sim pela sua resistência à corrosão. O lado negativo de ouro é que ele é bastante macio e portanto, menos adequado para aplicações onde vai encontrar um monte de desgaste, por exemplo, um cabo de guitarra que fica plugando e desplugando inúmeras vezes ao longo do tempo. Em resumo, você realmente não precisa de um conector de ouro em um cabo de guitarra ou pra uso comum.
Qualquer cabo blindado, de baixa capacitância, bem fabricado e que demonstre uma durabilidade notável, na maioria das vezes é um bom cabo. Existem muitos fabricantes no mercado, nacionais e importados. Se quiser fazer o seu próprio cabo, escolha bem o seu conector e com mais cautela ainda o cabo que vai usar. Geralmente os cabos de boa qualidade são muito mais caros do que aqueles que vem em kit de guitarra ou aqueles que vem acompanhando algum tipo de equipamento.
Dicas:
Cabos: Santo Angelo, Sparflex, Daddario(antigo Planet Wave), Tecniforte , Mogami e Monster Cable
Conectores: Santo Angelo, Sparflex, Anphenol, Daddario(antigo Planet Wave), Neutrix, Tecniforte
Deus Abençoe
IN GOD WE TRUST
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Identificando Microfones “Falsos” SM57 da SHURE parte III
Com a terceira parte de os microfones falsos o SM57 não fica de fora da pirataria, microfone muito requisitado tanto no estúdio como ao vivo para captação de cubo de guitarra, caixa de bateria e voz SM57 acaba se tornando um microfone muito versátil e presa fácil para os falsificados. igual ao SM58 e o Beta58 é possível identificar a falsidade por algumas características do microfone, vejamos quais são:
1 -Você precisa verificar a cor da fiação. Um autêntico microfone Shure SM57 deve ter fiação amarela e verde. Na placa de circuito, deve haver um selo de controle de qualidade. O falso SM57 tem a fiação verde e azul. Além disso, não havia selo de controle de qualidade. Também parece que há corrosão no poste conectado ao fio verde. O parafuso no centro do SM57 falsificado é maior que o parafuso no centro do SM57 autêntico.
2 - Confira a cor dos pinos do conector XLR. Um verdadeiro Shure SM57 terá pinos prateados. o falso SM57 tinha pinos de ouro. Outra coisa é a borda curva na base do SM57 autêntico. A cópia falsificada tinha uma borda mais afiada.
3 - Na grade o Shure autêntico parece ter uma malha mais densa. Outra coisa e a concavidade das grades. O falso era mais plano, enquanto o verdadeiro Shure era bastante côncavo. Além disso, há uma diferença nas aletas de plástico preto que se projetam.
4 - A etiqueta autêntica da Shure verdadeira é impressa melhor, posicionada melhor e não tem excesso de resíduos de cola. O rótulo autêntico também tem mais acabamento fosco do que o falso. Outra coisa para verificar esta parte do microfone é a capacidade da tampa girar livremente. As falsificações não giram livremente e podem realmente rasgar a fiação se você girar a parte superior.
5 - A marcação dos pinos, os falsos não tem números, e ainda podem estar faltando o nome "Shure" dentro da conexão.
O mais importante da verificação de sua originalidade é o som, esse não engana quem conhece shure sabe como é...
Deus Abençoe
IN GOD WE TRUST
sábado, 18 de maio de 2019
Ligando a Guitarra em Linha
A guitarra é um instrumento harmônico e melódico, e com estas duas características o papel exercido pelo guitarrista dentro de um grupo musical pode variar bastante. É muito comum a utilização dos termos: “guitarra base” e “guitarra solo“, porém não podemos nos limitar apenas nisso. Pois cada estilo tem suas próprias particularidades. Como existem muitos estilos e fica muito difícil a análise de todos eles, procuremos de uma forma generalizada explorar o instrumento. na igreja um local onde se toca diversos estilos rock, pop, reggae...a guitarra se encaixa perfeitamente. não se tem o costume de ligar a guitarra direto para a mesa de som (em linha) utilizando a microfonação do ampli, pois perde a característica de as vezes o ampli ser valvulado, perde o timbre, ou efeito que muda não sendo ligado no ampli etc...mas as vezes por questão de volume alto na igreja a guitarra é conectada direta em linha diminuindo o alto volume, abaixo as conexões possíveis a uma guitarra em linha.
1- Ligando no Input do cubo você pode usar a saída Out do ampli e conectar a entrada line da mesa de som proporcionando o cubo como retorno e saindo o som nas P.As da igreja.
2 - ligando direto na Mix utilizando a entrada line, que é para equipamentos com alta impedância.
3 - utilize o (D.I), para a conexão em Mic
4 - Pedaleiras tem saídas L/R possibilitando uma ligação estéreo, conectando em dois canais lines separados alanceando um para esquerda outro para direita, ou um canal stereo da mesa, ou usar o L mono.
5 - Você pode fazer a ligação direta no aux return, isso faz com que você pula o estagio preamp da mesa de som, sim possibilitando o som real do seu set de pedal ou pedaleira, usando simuladores de ampli e ouvindo um som real sem misturar os pre da mesa com os pedais e pedaleiras.
(Essa pratica praticamente quase não é utilizada, pois a grande maioria das vezes é microfonado o ampli de guitarra).
Obs: ideal fazer essa ligação se a mesa não tiver um pré legal e o som estiver saindo meio abelhudo, pois essa ligação não terá controle, apenas no seu set de pedais.
5 - Você pode fazer a ligação direta no aux return, isso faz com que você pula o estagio preamp da mesa de som, sim possibilitando o som real do seu set de pedal ou pedaleira, usando simuladores de ampli e ouvindo um som real sem misturar os pre da mesa com os pedais e pedaleiras.
(Essa pratica praticamente quase não é utilizada, pois a grande maioria das vezes é microfonado o ampli de guitarra).
Obs: ideal fazer essa ligação se a mesa não tiver um pré legal e o som estiver saindo meio abelhudo, pois essa ligação não terá controle, apenas no seu set de pedais.
Deus Abençoe.
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Vou estar passando umas dicas ou ideias de como acabar ou minimizar a amplitude de som que acontece nas igrejas, conceito voltado para ig...




































